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Arquivo de dezembro de 2010
2010
Programa Estilo Próprio conversa com a 2Day Pesquisas
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A 2Day fecha o ano em grande estilo. Literalmente. Explica-se:
Fomos um dos convidados da última edição do Programa Estilo Próprio, da TVCOM, apresentado por Fernanda Zaffari.
Eu, PatrÃcia Longhi, dividi a telinha com a trend hunter Fabiana Maioli, que inclusive já figurou aqui pelo blog, falando das últimas tendências de mercado.
O programa foi exibido na última segunda-feira, 20 de dezembro e você confere a entrevista, na Ãntegra, logo abaixo:
2010
Classe C de novo: agora, ela é a que mais compra móveis
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É, não tem como negar: a classe C é a “queridinha da vez“.
Depois de ser apontada como principal motivadora do impulso no mercado imobiliário e estar mudando o perfil de consumo no Brasil, a classe C – também chamada de “nova classe média” é a que mais compra móveis e itens domésticos no paÃs.

Segundo pesquisa do instituto DataPopular, a partir de informações do IBGE, publicado no site G1, de 2002 para 2010, os gastos com produtos como cama, sofá, armários, luminárias, tapetes e utensÃlios subiram de R$ 3,1 bilhões para R$ 17,9 bilhões. O valor ultrapassa o consumo das classes A e B, que subiu num ritmo menor, passando de R$ 5,9 bilhões para R$ 15,8 bilhões.
Em 2002, a classe C tinha 29,32% das compras de móveis e itens domésticos. Em 2010, o percentual subiu para 42,70%. Em contrapartida, o consumo das classes A e B caiu de 54,77% para 37,46%. Já as despesas das classes D e E cresceram de R$ 1,7 bilhões para R$ 8,3 bilhões, o que elevou a participação de 15,91% para 19,85%.

A pesquisa mostra que houve crescimento de consumo para todas as classes sociais. Os gastos em 2010 são 3,93 vezes o valor registrado em 2002. Mas é a classe C que assume condição de destaque nos últimos 8 anos, ultrapassando as classes A e B na composição do total de gastos para a casa. Na classe C, o aumento foi de 5,69 vezes. Já nas classes A e B, de 2,67 vezes.

Ainda, segundo a pesquisa, se engana quem pensa que a classe C troca qualidade por menor preço. Com o crédito, o consumidor não se importa em pagar um pouco mais se o produto durar mais que a duração das prestações.
2010
Google Zeitgeist: o que o mundo procurou em 2010
Tags: consultoria, Consumidor dublê, Estudos de Mercado, forma de comunicação, Geomarketing, Google, ideias inovadoras, marketing, marketing estratégico, Mercado, Mercado Imobiliário, Pesquisa de comportamento, pesquisa de consumidor, Pesquisa de perfil, PesquisasPostado por Patricia Postado em NotÃcias, Novidades, Pesquisas
Tradicionais já sempre no final de todos os anos, as listas dos melhores / piores / mais comentados do ano estão aparecendo em ritmo acelerado nessa reta final de 2010.
E, é claro, como não podia ficar de fora, o Google divulgou seu Zeitgeist, que mostra os termos mais procurados em 2010.

As categorias são as mais diversas, que vão desde eventos globais a causa humanitárias, incluindo celebridades e outras esquisitices. A intenção é apresentar um retrato do ano através de bilhões de buscas realizadas.
O Brasil, pra variar, é uma vergonha alheia de interesses. Tem Larissa Riquelme, Big Brother, Restart, Luan Santana e um “assistir filmes on-line†entre os termos mais buscados do ano. Mas o Justin Bieber tá em todas.

Um vÃdeo bem bacana foi feito, resumindo tudo isso. Confere aqui embaixo:
(via)
2010
Pesquisa aponta crescimento do brasileiro na compra do segundo imóvel
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O brasileiro mostrando sinais de que seu poder de compra aumenta mais a cada ano.
Mesmo com a crise financeira deflagrada em 2008 e a alta dos preços no mercado imobiliário, a participação do brasileiro na compra do segundo imóvel aumentou. Em contrapartida, a aquisição de unidades para primeira residência apresentou queda.

A Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) do IBGE, realizado pelo Ipea e publicada no jornal O Globo, mostra que, em relação ao segundo imóvel, que inclui terrenos, casas para veraneio e unidades para investimento, a pesquisa registrou participação de 2,41% em 2002/2003, e de 2,64%, em 2008/2009. Já o volume do primeiro imóvel adquirido caiu de 2,21% para 2,07%.
Vale ressaltar que o aumento da aquisição de segundo imóvel é reflexo, principalmente, da compra de terrenos, que passou de 0,32% no perÃodo de 2002/2003 para 1,21% em 2008/2009.

O relatório mostra ainda que há mais gente comprando o segundo imóvel que, efetivamente, a casa própria. Entre os perÃodos 2002/2003 e 2008/2009, em média, 2,5% dos proprietários de domicÃlios compraram unidades para investimento ou veraneio, percentual maior do que os que compraram o primeiro imóvel, que foi de aproximadamente 2,1%.

O Ipea também revelou que os gastos com aluguel pesam mais no orçamento das famÃlias do que as despesas com financiamento do imóvel. Pelo estudo, a despesa dos mutuários com financiamento consome 6,66% da sua renda. Já o gasto com aluguel compromete 12,14% da renda de quem tem esse custo no orçamento.
2010
Pesquisa do canal de TV Nickelodeon traça perfil da criança latino americana
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Olha o público jovem também aparecendo nas pesquisas para foco de público alvo.
O canal de TV a cabo (ou por satélite) Nickelodeon, encomendou uma pesquisa para traçar o perfil das crianças e adolescentes latino americanos. Os dados mostraram que há hábitos bem diferentes nos diversos paÃses da América Latina.

De acordo com a pesquisa, as crianças brasileiras são as que menos se preocupam com o meio-ambiente. Apenas 56% têm esse tipo de atenção, enquanto no México, o Ãndice é de 84%.
Agora, olha a mudança de hábitos de uns anos para cá. Em 2003, 75% das crianças do Brasil costumavam andar de bicicleta. Já em 2010, a porcentagem caiu para 45 – quase metade do Ãndice de sete anos atrás.

Em contrapartida, agora há mais adolescentes jogando futebol no videogame (87%) que na vida real (50%).

A pesquisa foi publicada na última segunda, 06/12, no Jornal O Globo e os algumas informações no Blue Bus.
2010
A febre dos sites de compras coletivas
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Nos últimos meses, os sites de compra coletiva viraram modinha na web. São incontáveis os endereços que oferecem descontos de até 90% em produtos e serviços em várias cidades do Brasil e do mundo. De acordo com o Blog do Ecommerce, este serviço nasceu em 2008, nos EUA, através da pioneira GroupOn, presente em 26 paÃses e com expectativa de faturamento anual estimado em US$500 milhões para 2010. Interessante, não?

A idéia saiu do bom e velho “leve mais e pague menosâ€, assim como nos saldões de queima de estoque que encontramos no mercado tradicional. O objetivo da compra coletiva é reunir o maior número de pessoas interessadas em um mesmo produto/serviço e oferecer a elas descontos irresistÃveis. Com isso, visando a necessidade, bem como, a possibilidade de segmentar o público, não há melhor ferramenta para difundir este negócio que a internet.

Quem não gosta de ganhar descontos nos melhores restaurantes da cidade, reunir os amigos para um happy hour pagando apenas R$19,90 por 10 chopps ou fazer um tratamento estético para auxiliar no projeto verão 2011 com até 70% de desconto? Todo mundo adora descontos e o bolso no final do mês agradece. E, é exatamente assim que se sente grande parte do consumidor final. Seja de que classe for, se A, B, ou C, o desconto sempre atraiu e sempre irá atrair as pessoas, gerando conversa, prospectando a marca em outros meios e ainda proporcionando ao cliente a satisfação de estar adquirindo um produto por um valor inferior ao normal.

Através de parcerias, estratégias de promoção são vantajosas para empresas, compradores e para o site. Esse “novo” modelo de negócios foi inspirado na experiência norte-americana.
Abaixo, você confere uma matéria especial, produzida pelo canal Globo News, que explica um pouco mais sobre a febre dessas compras coletivas. Vale a pena assistir:
(com base no artigo de Sabrina Almeida, do coletivo MÃdia Boom)

