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2012

Cresce o uso de clientes ocultos no setor de comércio e serviços

Postado por Patricia em Novidades

No mundo virtual existem as avaliações que as pessoas deixam online e nos ajudam a decidir se determinados serviços valem à pena ou não.

Já no mundo real existe o cliente oculto, contratado e treinado para dizer nos mínimos detalhes o que não está funcionando muito bem e ajudar as empresas a melhorarem o atendimento.

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E esta é uma demanda que começa a ficar forte no setor de comércio e serviços, principalmente em um momento de economia aquecida, alta competitividade, valorização da relação com o cliente e claro, vigilância das mídias sociais.

Uma matéria do programa Mundo S/A detalha bem o funcionamento e os resultados práticos da adoção do serviço. Confira a reportagem na íntegra aqui.

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2012

Animais de estimação na mira do mercado imobiliário

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Postado por Patricia em Mercado

Animais de estimação influenciam compra de imóveis
As construtoras têm investido nas áreas comuns dos edifícios para atrair interessados. Piscinas e churrasqueiras vieram primeiro. Depois, espaços gourmet e até cinemas.
Agora, são os animais de estimação que começam a ganhar espaço, com a introdução de ambientes especiais para eles.
Os chamados pet cares instalados nos condomínios recebem tanques, chuveiros e tomadas para secador. “Além disso, decoramos os ambientes com armários e gavetas para auxiliar na lavagem dos animais”, afirma Melina Fanny Iossephides, gerente de desenvolvimento de produto da Gafisa.
De acordo com Melina, a demanda por esse tipo de espaço tem crescido. Os números da Gafisa endossam essa impressão. “Já fizemos aproximadamente 22 empreendimentos com esse ambiente, alguns em construção e outros já entregues”, aponta.
Os bichos de estimação têm ganhado tanto destaque nos novos projetos que não são apenas os pet cares as únicas instalações voltadas para eles. “Em alguns empreendimentos, fazemos também os espaços pet place, que são locais abertos nos quais colocamos equipamentos que servem para treinamento e adestramento”, conta Melina Fanny IossepFaz hides.

Faz tempo as que as construtoras tem investido nas áreas comuns dos edifícios para atrair interessados. Piscinas e churrasqueiras vieram primeiro, seguidos de espaços gourmet e cinemas.

Agora chegou a vez de os animais de estimação ganharem espaço com a introdução de ambientes especiais para eles.

Os chamados pet cares instalados nos condomínios recebem tanques, chuveiros e tomadas para secador. “Além disso, decoramos os ambientes com armários e gavetas para auxiliar na lavagem dos animais”, afirma Melina Fanny Iossephides, gerente de desenvolvimento da incorporadora e construtora Gafisa.

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De acordo com Melina, a demanda por esse tipo de espaço tem crescido. Os números da construtora confirmam: “Já fizemos aproximadamente 22 empreendimentos com esse ambiente, alguns em construção e outros já entregues”, aponta.

Uma pesquisa, realizada por outra construtora, a Tecnisa, estima que na cidade de São Paulo 65% das residências verticais possuam animal de estimação, número próximo ao de pessoas que consideraram o Pet Care um item importante nas áreas sociais dos imóveis. Entre cerca de 530 pessoas ouvidas, 59% afirmaram que o Pet Care é importante, 9% indiferente e 32% desnecessário.

Os bichos de estimação tem ganhado tanto destaque nos novos projetos que não são apenas os pet cares as únicas instalações voltadas para eles. “Em alguns empreendimentos, fazemos também os espaços pet place, que são locais abertos nos quais colocamos equipamentos que servem para treinamento e adestramento”, descreve Melina.

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mai
2012

O marketing do Dia das Mães

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Postado por Patricia em Mercado

O marketing do Dia das Mães
Uma das datas mais lucrativas para o comércio, o Dia das Mães é a grande oportunidade para as marcas se aproximarem dos consumidores. Por isso, reproduzimos aqui uma relação elaborada pela Letícia Alasse, do Mundo do Marketing, que analisou as ações de grandes marcas.
Começando pelos varejistas virtuais, a aposta foi a criação de hotsites que auxiliam a escolha do público. O Walmart, por exemplo, criou um teste para presentear as mães de acordo com o seu perfil, enquanto que o MercadoLivre investiu em categorias de produtos conforme o orçamento do consumidor.
Um dado interessante é que as questões emocionais ainda pesam na hora de produzir uma ação para a data. A LG criou um aplicativo que calcula o período em que o usuário deixa a sua mãe sem dormir e sugere uma recompensa com um produto da empresa.
Já a Coca-Cola optou por pesquisar o que realmente o público quer para bolar a sua estratégia para o Dia das Mães.  Enquanto em 2011 a marca lançou um vídeo com a música “Emoções†do cantor Roberto Carlos, este ano a opção foi por algo que realmente agregasse valor à vida dos consumidores.
A campanha que está no ar, “Felicidade Retornávelâ€, está sorteando bolsas com design fashion para que as mães tanto levem as garrafas retornáveis do refrigerante quanto passeiem no dia a dia.
Outra marca que optou por presentear o consumidor de maneira mais intimista foi a Renner. A varejista criou um aplicativo que escolhe automaticamente a foto do perfil no Facebook com a opção de customização da imagem, e no sábado, dia 12, as mães dos participantes recebem um cartão personalizado.
Algumas marcas, além de lançamentos especiais e promoções, apostam ainda em detalhes básicos que também costumam atrair os consumidores. O Boticário lançou uma coleção de perfumes com fragrâncias exclusivas, contudo, para surpreender os clientes, também apostou em novas embalagens para a data, feitas em papel tecido.
Por fim, outra estratégia que tem aparecido no planejamento das marcas é focar na comunicação com os consumidores que realmente farão as compras.
A estratégia é repetidamente feita pelos shoppings, que estimulam altos valores de consumo e prêmios como carros, que não serão destinados para as mães, mas para o comprador em si.

Uma das datas mais lucrativas para o comércio, o Dia das Mães é a grande oportunidade para as marcas se aproximarem dos consumidores. Por isso, reproduzimos aqui uma relação elaborada pela Letícia Alasse, do Mundo do Marketing, que analisou as ações de grandes marcas.

Começando pelos varejistas virtuais, a aposta foi a criação de hotsites que auxiliam a escolha do público. O Walmart, por exemplo, criou um teste para presentear as mães de acordo com o seu perfil, enquanto que o MercadoLivre investiu em categorias de produtos conforme o orçamento do consumidor.

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Um dado interessante é que as questões emocionais ainda pesam na hora de produzir uma ação para a data. A LG criou um aplicativo que calcula o período em que o usuário deixa a sua mãe sem dormir e sugere uma recompensa com um produto da empresa.

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Já a Coca-Cola optou por pesquisar o que realmente o público quer para bolar a sua estratégia para o Dia das Mães.  Enquanto em 2011 a marca lançou um vídeo com a música “Emoções†do cantor Roberto Carlos, este ano a opção foi por algo que realmente agregasse valor à vida dos consumidores.

A campanha que está no ar, “Felicidade Retornávelâ€, está sorteando bolsas com design fashion para que as mães tanto levem as garrafas retornáveis do refrigerante quanto passeiem no dia a dia.

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Outra que optou por presentear o consumidor de maneira mais intimista foi a Renner. A varejista criou um aplicativo que escolhe automaticamente a foto do perfil no Facebook com a opção de customização da imagem, e no sábado, dia 12, as mães dos participantes recebem um cartão personalizado.

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Algumas marcas, além de lançamentos especiais e promoções, apostam ainda em detalhes básicos que também costumam atrair os consumidores. O Boticário lançou uma coleção de perfumes com fragrâncias exclusivas, contudo, para surpreender os clientes, também elaborou novas embalagens para a data, feitas em papel tecido.

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Por fim, outra estratégia que tem aparecido no planejamento das marcas é focar na comunicação com os consumidores que realmente farão as compras.

A ação é repetidamente feita pelos shoppings, que estimulam altos valores de consumo e prêmios como carros, que não serão destinados para as mães, mas para o comprador em si.

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mai
2012

O seu marketing foca na Prevenção ou na Promoção?

Postado por Patricia em Novidades
Quando se trata da motivação básica de compra, o consumidor pode ser impulsionado por dois fatores: a busca pelo prazer ou a prevenção da dor.
É o que aponta um estudo realizado por pesquisadores das Universidades de Boston, nos EUA, e de Ontário Ocidental, no Canadá.
Foram apresentadas duas tarefas aos consumidores: experimentar um café e comprar uma câmera digital. Um dos produtos era de qualidade e o outro não, o que permitiu identificar dois tipos de consumidores que respondem de forma diferente a experiências positivas e negativas relacionadas ao consumo.
Enquanto os consumidores focados em promoção buscam o prazer, aqueles que são focados em prevenção querem evitar a dor.
O grupo da promoção espera sempre uma boa experiência com a aquisição de um produto ou serviço. O curioso é que, esperando uma experiência positiva, o prazer que é obtido com esta experiência positiva é maior. Mas se esse consumidor tem uma experiência ruim, a frustração e sofrimento são maiores.
Já o outro tipo do consumidor, o focado em prevenção, é aquele que sofre menos quando coisas ruins acontecem. O problema é que ele também não aproveita bem as experiências positivas, não tem tanto prazer, porque não espera muito das coisas. As reações controladas deste grupo fazem com que eles sintam menos alegria com boas experiências, um fenômeno que os pesquisadores chamaram de viés conservador.
Como as empresas podem usar esse dado nos seus planejamentos de marketing?
O primeiro dado a ser levado em consideração é que já foi sugerida uma segmentação tanto de sexto quanto de faixa etária, apontando que mulheres e idosos são mais focados em prevenção, enquanto homens e pessoas mais jovens são mais do tipo focados em promoção.
A partir disso, direcione seu planejamento de acordo com cada um desses grupos. Analise o tipo de cliente que a sua marca atinge – ou quer atingir – e foque em uma campanha mais promocional ou preventiva.

Quando se trata da motivação básica de compra, o consumidor pode ser impulsionado por dois fatores: a busca pelo prazer ou a prevenção da dor.

É o que aponta um estudo realizado por pesquisadores das Universidades de Boston, nos EUA, e de Ontário Ocidental, no Canadá.

Foram apresentadas duas tarefas aos consumidores: experimentar um café e comprar uma câmera digital. Um dos produtos era de qualidade e o outro não, o que permitiu identificar dois tipos de consumidores que respondem de forma diferente a experiências positivas e negativas relacionadas ao consumo.

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Enquanto os consumidores focados em promoção buscam o prazer, aqueles que são focados em prevenção querem evitar a dor.

O grupo da promoção espera sempre uma boa experiência com a aquisição de um produto ou serviço. O curioso é que, esperando uma experiência positiva, o prazer que é obtido com esta experiência positiva é maior. Mas se esse consumidor tem uma experiência ruim, a frustração e sofrimento são maiores.

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Já o outro tipo do consumidor, o focado em prevenção, é aquele que sofre menos quando coisas ruins acontecem. O problema é que ele também não aproveita bem as experiências positivas, não tem tanto prazer, porque não espera muito das coisas. As reações controladas deste grupo fazem com que eles sintam menos alegria com boas experiências, um fenômeno que os pesquisadores chamaram de viés conservador.

Como as empresas podem usar esse dado nos seus planejamentos de marketing?

O primeiro aspecto a ser levado em consideração é que já foi sugerida uma segmentação tanto de sexo quanto de faixa etária, apontando que mulheres e idosos são mais focados em prevenção, enquanto homens e pessoas mais jovens são mais do tipo focados em promoção.

A partir disso, direcione seu planejamento de acordo com cada um desses grupos. Analise o tipo de cliente que a sua marca atinge – ou quer atingir – e foque em uma campanha mais promocional ou preventiva.

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mai
2012

Imóveis no exterior: os destinos preferidos dos brasileiros

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Postado por Patricia em Mercado

Os destinos dos brasileiros que buscam imóveis no exterior
São Paulo – As famílias mais abastadas que procuram imóveis no exterior já não se limitam mais ao estado americano da Flórida, nem mesmo aos Estados Unidos. Outras cidades americanas, cidades caribenhas e vizinhas sul-americanas também entram no radar de quem busca uma segunda residência no exterior.
Segundo dados da Century 21, a maior franquia imobiliária do mundo, depois de Miami e Orlando, as localidades estrangeiras que mais vêm sendo buscadas pelo público brasileiro são Punta del Este, no Uruguai, Nova York, além das ilhas de Aruba e Saint Barths. A maioria busca uma segunda residência para veraneio ou para fazer negócios, ou mesmo aluguel para temporada.
Punta del Este, Uruguai
De acordo com a Century 21, a procura de brasileiros por imóveis em Punta del Este cresceu 55% entre 2010 e 2011. A operação uruguaia da companhia começou em março deste ano. “O Uruguai tem benefícios tributários, além de fazer parte do Mercosul. É possível, por exemplo, fazer a transferência do capital a custos muito baixosâ€, explica Ernani Assis, CEO da Century 21 no Brasil e no Uruguai.
Outros fatores de forte atração de brasileiros são a proximidade com o Brasil – existem voos diretos para Punta – e a existência de cassinos, uma vez que o jogo é legalizado no país. O metro quadrado de imóveis de alto padrão em Punta custa em média 4.000 dólares, mais ou menos o preço médio do metro quadrado na cidade do Rio de Janeiro, segundo o Ãndice FipeZap de março. As localidades preferidas de quem busca uma segunda residência no local são La Barra, José Ignacio, Praya Brava, Bosque e Beverly Hills.
Nova York, Estados Unidos
A cidade de Nova York teve um aumento de 21% nas buscas feitas por brasileiros de 2010 para 2011, por dois aspectos importantes: o de turismo e o de negócios, tanto para pessoas físicas, que vão passar temporadas na cidade a trabalho, quanto para empresas que buscam instalações para montar uma filial nos Estados Unidos.
“Quatro empresas já fizeram negócio conosco este ano: uma de fundos imobiliários, uma de mercado de capitais e duas de serviçosâ€, diz Ernani Assis. O preço do metro quadrado de imóveis residenciais de alto padrão na Grande Maçã, porém, é bem salgado: 13.000 dólares.
Aruba
Aruba é uma ilha caribenha que funciona como território autônomo dentro do Reino dos Países Baixos. Houve uma alta de 15% nas buscas de brasileiros por imóveis à venda na região de 2010 para 2011. “É uma das ilhas com maior desenvolvimento econômico do Caribe, onde os brasileiros buscam um lugar mais exclusivo e confortável, porém a um preço médio razoávelâ€, diz Ernani Assis.
Também existe voo direto para Aruba, que conta ainda com cassinos legalizados, outro fator de atração de brasileiros. O metro quadrado médio dos imóveis de alto padrão custa 3.500 dólares, pouco mais do que o metro quadrado médio na cidade de São Paulo em abril, segundo o Ãndice FipeZap de março.
Saint-Barths
Também localizada no Caribe, a ilha de Saint-Barths tem um perfil um pouco diferente das demais localidades citadas por Ernani Assis. Houve um aumento de 15% na procura por imóveis na região de 2010 para 2011, mas a maioria desses brasileiros buscava propriedades para alugar para as férias ou para feriados. “Saint-Barths é onde os ricos e famosos passam férias, e dispõe de uma quantidade enorme de hotéis e mansões de luxoâ€, explica o CEO da Century 21 no Brasil.
A ilha de colonização primordialmente francesa tem apenas 21 quilômetros quadrados, o que resulta em imóveis muito caros por um lado, e um ar de refúgio e exclusividade por outro. “Saint-Barths tem um dos Réveillons mais nobres do mundo. Na virada do ano passado, alugamos 11 mansões para brasileiros. Uma delas custou 40.000 dólares para uma semanaâ€, conta AssisJá se .

Já se foi o tempo em que os brasileiros só tinham olhos para os imóveis da Flórida. Outras cidades americanas, caribenhas e ainda as vizinhas sul-americanas já integram as preferências de quem busca um imóvel no exterior.

De acordo com a Century 21, a maior franquia imobiliária do mundo, depois de Miami e Orlando os locais que mais vêm sendo buscadas pelo brasileiro são Punta del Este, no Uruguai, Nova York e as ilhas de Aruba e Saint Barths.

Os motivos para a busca no exterior? Veraneio, negócios  e ainda aluguel para temporada.

Confira abaixo os atrativos de cada cidade apurados pela revista Exame.

Punta del Este, Uruguai

A procura de brasileiros por imóveis em Punta del Este cresceu 55% entre 2010 e 2011. ”O país tem benefícios tributários, além de fazer parte do Mercosul, e a transferência do capital pode ser realizada a custos muito baixosâ€, explica Ernani Assis, CEO da Century 21 no Brasil e no Uruguai.

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Outros fatores de forte atração de brasileiros são a proximidade com o Brasil – existem voos diretos para Punta – e a existência de cassinos, uma vez que o jogo é legalizado no país.

O metro quadrado de imóveis de alto padrão em Punta custa em média quatro mil dólares, mais ou menos o preço médio do metro quadrado na cidade do Rio de Janeiro, segundo o Ãndice FipeZap de março.

As localidades preferidas são La Barra, José Ignacio, Praya Brava, Bosque e Beverly Hills.

Nova York, Estados Unidos

A cidade de Nova York teve um aumento de 21% nas buscas feitas por brasileiros de 2010 para 2011, por dois aspectos importantes: o de turismo e o de negócios, tanto para pessoas físicas, que vão passar temporadas na cidade a trabalho, quanto para empresas que buscam instalações para montar uma filial nos Estados Unidos.

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O preço do metro quadrado de imóveis residenciais de alto padrão na cidade é bem salgado: 13 mil dólares.

Aruba

A ilha caribenha funciona como território autônomo dentro do Reino dos Países Baixos. Houve uma alta de 15% nas buscas de brasileiros por imóveis à venda na região de 2010 para 2011.

Também existe voo direto para Aruba, que conta ainda com cassinos legalizados, outro fator de atração de brasileiros.

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O metro quadrado médio dos imóveis de alto padrão custa 3,5 mil dólares, pouco mais do que o metro quadrado médio na cidade de São Paulo em abril, segundo o Ãndice FipeZap de março.

Saint-Barths

Também localizada no Caribe, a ilha tem um perfil um pouco diferente. Houve um aumento de 15% na procura por imóveis na região de 2010 para 2011, mas a maioria desses brasileiros buscava propriedades para alugar para as férias ou para feriados.

“Saint-Barths é onde os ricos e famosos passam férias, e dispõe de uma quantidade enorme de hotéis e mansões de luxoâ€, explica o CEO da Century 21 no Brasil.

A ilha de colonização primordialmente francesa tem apenas 21 quilômetros quadrados, o que resulta em imóveis muito caros por um lado, e um ar de refúgio e exclusividade por outro.

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“Saint-Barths tem um dos Réveillons mais nobres do mundo. Na virada do ano passado, alugamos 11 mansões para brasileiros. Uma delas custou 40 mil dólares para uma semanaâ€, conta Assis.

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mai
2012

Marketing no mercado de luxo: três tendências para 2012

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Postado por Patricia em Mercado

Os bens de luxo são produtos e serviços com comportamentos muito particulares no mercado, e sua administração mercadológica frequentemente contradiz as regras do marketing de consumo de massa. É preciso adaptar e muitas vezes reinventar conceitos para prosperar nesse segmento.

Por isso destacamos abaixo três tendências para auxiliar as empresas do setor em seu planejamento de marketing para o mercado de luxo. As dicas são de Karen Weiner Escalera, membro do conselho consultivo do Luxury Marketing Council da Flórida, Estados Unidos.

Diversão para fidelizar
Cada vez mais as companhias terão de atrair e divertir para fidelizar. Um exemplo é a ação da marca de sapatos Jimmy Choo, que criou uma gincana em Londres para apresentar sua primeira coleção de tênis.

Durante a ação “Catch a Choo”, os seguidores da marca nas mídias sociais viam que um par de tênis tinha feito check-in em algum lugar da cidade e o primeiro a chegar no local recebia o produto.

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Operadores de turismo, hotéis e empresas aéreas também seguem a tendência, oferecendo viagens misteriosas de fim de semana para clientes fiéis e fãs, por meio de concursos, leilões ou descontos para destinos desconhecidos, com itinerários-surpresa.

Mudanças na linguagem
Nos últimos anos, os jargões têm sido palavras como “autêntico”, “artesanal”, “vintage” e “único”. Provavelmente, em 2012 continuará assim, mas as empresas devem ficar atentas.

Na medida em que palavras da moda forem adotadas pelo mercado do consumo em massa, será necessário criar um novo vocabulário do Luxo, mais carismático e preciso, com termos como “precioso”, “raro” e “sagrado”.

Diferenciação pelo estilo
As marcas precisam melhorar o que oferecem e proporcionar vivências diferentes aos consumidores. Foi o que fez a britânica Alfred Dunhill, ao recriar uma loja com artefatos e peças de suas primeiras coleções.

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O complexo de três andares mergulha os visitantes em uma experiência completa de compras, jantar e beleza, com um bar e café, uma sala de cinema, alfaiataria, área de produtos em couro, SPA, barbearia e um clube de cavalheiros, à moda antiga.

Outro exemplo são os hotéis que atendem os que amam os “micro nichos”, como o The Food Hotel, em Neuwied, na Alemanha. O empreendimento temático tem decoração de supermercado, com bancos feitos de caixas de cerveja, almofadas que parecem biscoitos e cadeiras que lembram carrinhos de compras.

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Por meio de uma parceria com 36 das maiores marcas de alimentos domésticos da Alemanha, foram projetadas suítes que permitem aos hóspedes escolherem quais lanches, bebidas e ações de Marketing gostariam de receber e testemunhar ali.

Há ainda o Divorce Hotel, na Holanda, para casais que desejam se separar. O local conta com quartos de solteiro, mediadores, tabeliães e psicólogos, além de outros especialistas para ajudarem os clientes durante o processo de divórcio.

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abr
2012

O grande desafio do marketing: como dialogar com a classe C?

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Postado por Patricia em Mercado

O grande desafio do marketing: como dialogar com a classe C?
Os consumidores das classes menos favorecidas aumentaram seu poder de compra nos últimos anos. Por consequência, os anunciantes, e logicamente, seus departamentos de marketing começaram a olhar para “os emergentes†com outros olhos.
De acordo com o especialista em marketing de serviços, Marcos Hiller, por mais que se façam pesquisa focus group com pessoas da classe C para entender a fundo como se comportam e como agem, os diretores de criação, redatores e planners das agências de publicidade são pessoas muito distantes economicamente dessas classes da base da pirâmide.
Em artigo publicado pelo Administradores, o especialista cita o exemplo das redes de lojas como Casas Bahia, Marabraz, Lojas Cem, Pão de Açúcar, Magazine Luiza que estão construindo posicionamentos e promessas de marca assentadas na classe C e na conquista da felicidade.
Quase todas essas marcas usam slogans que remetem à felicidade, como por exemplo: “Vem ser feliz”, “Lugar de gente feliz”, entre outros. Já as Lojas Pernambucanas montou um hotsite do Luan Santana. Comprar é prazer e eu consumo para buscar a felicidade.
Outro exemplo citado por Hiller é a campanha da rede de supermercados DIA, que entende que a classe tem aspirações de ser rica como a socialite Val Marchiori, uma das protagonistas do reality show “Mulheres ricas”.
O mote da campanha tenta reforçar os três pilares da marca: “preço baixo, proximidade e marca própria” e são apresentados por Val em situações do seu dia-a-dia.
Na campanha, em relação ao preço baixo, a socialite diz que não compra no Dia porque o que mais gosta é gastar; quando o assunto é a proximidade das unidades da rede, a justificativa de Val é a vontade de rodar com sua limusine e a negação aos produtos da marca se explica pela preferência aos produtos importados – quando, na verdade, ela toma chá do Dia comprado por seu assistente sem que ela saiba.
Uma boa jogada ou uma abordagem de mau gosto? Para Hiller o risco da rede se desconectar da classe C, o alvo que se deseja atingir, é grande.
O grande desafio, segundo Hiller, é como se conectar sem estereotipar. “Na minha visão, ninguém ainda conseguir dialogar com a classe C de forma honesta, sem clichês, rótulos e formatos enlatados. Parece que conversar com pessoas de classe AAA é mais fácilâ€, define.

Os consumidores das classes menos favorecidas aumentaram seu poder de compra nos últimos anos. Por consequência, os anunciantes, e logicamente, seus departamentos de marketing começaram a olhar para “os emergentes†com outros olhos.

De acordo com o especialista em marketing de serviços, Marcos Hiller, por mais que se façam pesquisa focus group com pessoas da classe C para entender a fundo como se comportam e como agem, os diretores de criação, redatores e planners das agências de publicidade são pessoas muito distantes economicamente dessas classes da base da pirâmide.

Em artigo publicado pelo Administradores, o especialista cita o exemplo das redes de lojas como Casas Bahia, Marabraz, Lojas Cem, Pão de Açúcar, Magazine Luiza que estão construindo posicionamentos e promessas de marca assentadas na classe C e na conquista da felicidade.

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Quase todas essas marcas usam slogans que remetem à felicidade, como por exemplo: “Vem ser feliz”, “Lugar de gente feliz”, entre outros. Comprar é prazer e eu consumo para buscar a felicidade. Já as Lojas Pernambucanas apelaram para um ídolo popular e montaram um hotsite do Luan Santana.

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Outro exemplo citado por Hiller é a campanha da rede de supermercados DIA, que entende que a classe tem aspirações de ser rica como a socialite Val Marchiori, uma das protagonistas do reality show “Mulheres ricas”.

O mote da campanha tenta reforçar os três pilares da marca: “preço baixo, proximidade e marca própria” e são apresentados por Val em situações do seu dia-a-dia.

Na campanha, em relação ao preço baixo, a socialite diz que não compra no Dia porque o que mais gosta é gastar; quando o assunto é a proximidade das unidades da rede, a justificativa de Val é a vontade de rodar com sua limusine; já a negação aos produtos da marca se explica pela preferência aos produtos importados – quando, na verdade, Val toma chá do Dia comprado por seu assistente sem que ela saiba.

Uma boa jogada ou uma abordagem de mau gosto? Para Hiller o risco da rede se desconectar da classe C, o alvo que se deseja atingir, é grande.

O grande desafio, segundo o especialista, é como se conectar sem estereotipar. “Na minha visão, ninguém ainda conseguiu dialogar com a classe C de forma honesta, sem clichês, rótulos e formatos enlatados. Parece que conversar com pessoas de classe AAA é mais fácilâ€, define.

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abr
2012

Os bairros mais caros do Brasil

Postado por Patricia em Mercado, Pesquisas
Os bairros mais caros do Brasil
A localização do imóvel já é, de forma isolada, o fator mais importante para a decisão de compra do brasileiro. O item está à frente de outros como área útil, planta, número de vagas ou segurança.
A escolha por determinado bairro revela situação financeira, ambições, gostos, afinidades e até preconceitos. Conforme a população se aglomera nos centros urbanos, o bairro torna-se maior referência de identidade do que a própria cidade.
Um estudo realizado pela Lopes, e divulgada pela Revista Época, aponta quais são as áreas mais valorizadas e desejadas em várias metrópoles brasileiras.
O estudo avaliou 35 cidades, 15 delas com maior nível de detalhes. Sua base foram os apartamentos residenciais lançados em 2011. Pelo valor do metro quadrado, Ipanema, no Rio, é o bairro mais caro do Brasil; pelo preço dos apartamentos, o título vai para a região em torno do Parque do Ibirapuera, em São Paulo.
Assim como a Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio, o Ibirapuera é o núcleo de uma região muito apreciada e visitada pelos moradores da cidade. Consequentemente, é valorizada na hora de comprar e vender.
O resultado do estudo detecta tendências que já moldavam o mercado de imóveis no Brasil nos últimos anos e continuarão presentes no futuro próximo – entre elas, a expansão da indústria de petróleo e o aumento no número de aposentados que valorizam cidades litorâneas como Santos, Vitória ou Rio.
A difusão de riqueza que estimula a construção em capitais menores, como Goiânia e Natal, também foi detectada. Outros bairros em destaque foram o Meireles, em Fortaleza, as Asas Norte e Sul, em Brasília, e o Campo Comprido, em Curitiba.

A localização do imóvel já é, de forma isolada, o fator mais importante para a decisão de compra do brasileiro. O item está à frente de outros como área útil, planta, número de vagas ou segurança.

A escolha por determinado bairro revela situação financeira, ambições, gostos, afinidades e até preconceitos. Conforme a população se aglomera nos centros urbanos, o bairro torna-se maior referência de identidade do que a própria cidade.

Um estudo realizado pela Lopes aponta quais são as áreas mais valorizadas e desejadas em várias metrópoles brasileiras.

O estudo avaliou 35 cidades, 15 delas com maior nível de detalhes. Sua base foram os apartamentos residenciais lançados em 2011.

Pelo valor do metro quadrado, Ipanema, no Rio, é o bairro mais caro do Brasil; pelo preço dos apartamentos, o título vai para a região em torno do Parque do Ibirapuera, em São Paulo.

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Assim como a Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio, o Ibirapuera é o núcleo de uma região muito apreciada e visitada pelos moradores da cidade. Consequentemente, é valorizada na hora de comprar e vender.

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O resultado do estudo detecta tendências que já moldavam o mercado de imóveis no Brasil nos últimos anos e continuarão presentes no futuro próximo – entre elas, a expansão da indústria de petróleo e o aumento no número de aposentados que valorizam cidades litorâneas como Santos, Vitória e Rio.

A difusão de riqueza que estimula a construção em capitais menores, como Goiânia e Natal, também foi detectada. Outros bairros em destaque foram o Meireles, em Fortaleza, as Asas Norte e Sul, em Brasília, e o Campo Comprido, em Curitiba.

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2012

A ousada jogada de marketing da Cola-Cola e a experiência brasileira

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Postado por Patricia em Novidades

Trocar a marca da embalagem:  a ousada jogada de marketing da Cola-Cola
Que tal trocar a marca da embalagem de seu produto por nomes diversos? Ou, que tal propor isso para uma marca com mais de 120 anos de história? Pois foi essa ideia que a Coca-Cola abraçou na Austrália.
Luke, Kylie, Jess, Adrian, Jake e tantos outros 145 nomes populares do país passaram a substituir a logo da empresa nos rótulos vermelhos em uma ação temporária.
O porquê desta ação? Bem, primeiro a marca estava com um problema: 50% dos adolescentes e jovens adultos na Austrália não tinham tomado a bebida durante um mês.
Por outro lado, a Coca-Cola queria “resgatar as conversas reais†e inseri-las novamente no cotidiano das pessoas, levando em conta ainda a importância de ações que reforçassem a presença digital. Para isso, as peças da campanha convidam o consumidor a compartilhar a bebida a partir do nome estampado na garrafa.
Confira aqui o vídeo da ação:
<iframe src=”http://player.vimeo.com/video/38134755″ width=”500″ height=”281″ frameborder=”0″ webkitAllowFullScreen mozallowfullscreen allowFullScreen></iframe>
Alguns dos resultados: 870% de aumento de tráfego no Facebook e aumento de 7% das vendas entre jovens adultos.
Resumindo, uma grande ideia, não?
Para o professional de marketing Paulo Lima, ideias como essa só são possíveis quando se entende de pessoas e se tem a sensibilidade necessária para saber o que irá fazer com que elas se sintam bem, importantes. Ele sustenta ir além do “vamos nos colocar no lugar dos consumidores†e partir para o “vamos nos colocar no lugar de pessoasâ€.
Aqui no Brasil, em 2007, o Banco do Brasil fez uma ação semelhante. Para se aproximar de seus correntistas e atrair novos clientes, o banco alterou a fachada de 300 agências, em dez estados.
Onde antes estava a inscrição “Banco do Brasilâ€, passou-se a ler “Banco da Mariaâ€, “Banco do Joséâ€, “Banco do Joãoâ€, etc. Os nome mais populares entre os brasileiros também estavam presentes na logomarca do banco.
Mas a iniciativa brasileira não foi tão bem sucedida quanto a da Coca-Cola na Austrália. A ação teveuma repercussão negativa entre os sindicalistas e pouco impacto entre os potenciais clientes.
Moral da história? Pesquisar o consumidor, saber qual é o perfil do seu cliente e as tendências de mercado, ainda são os principais norteadores de uma grande jogada de marketing.

Que tal trocar a marca da embalagem de seu produto por nomes diversos? Ou, que tal propor isso para uma marca com mais de 120 anos de história? Pois foi essa ideia que a Coca-Cola abraçou na Austrália.

Luke, Kylie, Jess, Adrian, Jake e tantos outros 145 nomes populares do país passaram a substituir a logo da empresa nos rótulos vermelhos em uma ação temporária.

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O porquê desta ação? Bem, primeiro a marca estava com um problema: 50% dos adolescentes e jovens adultos na Austrália não tinham tomado a bebida durante um determinado mês.

Por outro lado, a Coca-Cola queria “resgatar as conversas reais†e inseri-las novamente no cotidiano das pessoas, levando em conta ainda a importância de ações que reforçassem a presença digital. Para isso, as peças da campanha convidam o consumidor a compartilhar a bebida a partir do nome estampado na garrafa.

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Alguns dos resultados: 870% de aumento de tráfego no Facebook e aumento de 7% das vendas entre jovens adultos.

Resumindo, uma grande ideia, não?

Para alguns profissionais de marketing, ideias como essa só são possíveis quando se entende de pessoas e se tem a sensibilidade necessária para saber o que irá fazer com que elas se sintam bem, se sintam importantes.

Aqui no Brasil, em 2007, o Banco do Brasil fez uma ação semelhante. Para se aproximar de seus correntistas e atrair novos clientes, o banco alterou a fachada de 300 agências, em dez estados.

Onde antes estava a inscrição “Banco do Brasilâ€, passou-se a ler “Banco da Mariaâ€, “Banco do Joséâ€, “Banco do Joãoâ€, etc. Os nomes mais populares entre os brasileiros também estavam presentes na logomarca do banco.

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Mas a iniciativa brasileira não foi tão bem sucedida quanto a da Coca-Cola na Austrália. A ação teve uma repercussão negativa entre os sindicalistas e pouco impacto entre os potenciais clientes.

Moral da história? Pesquisar o consumidor, saber qual é o perfil do seu cliente e as tendências de mercado ainda são os principais norteadores de uma grande jogada de marketing.

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abr
2012

Boca a boca continua sendo a melhor forma de marketing, indica pesquisa

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Postado por Patricia em Mercado, Pesquisas

Boca a boca continua sendo a melhor forma de marketing, indica pesquisa
Embora a publicidade televisiva continue a ser uma forma primária de marketing devido ao seu alcance inigualável em comparação a outros meios de comunicação, os consumidores ao redor do mundo ainda enxergam as recomendações de amigos e opiniões on-line como as mais confiáveis.
De acordo com uma recente pesquisa da Nielsen, 47% dos consumidores dizem confiar em anúncios pagos em revistas, televisão e jornal. O índice representa, respectivamente, uma queda de 24%, 20% e 25%, em relação a 2007.
Enquanto isso, 92% dos consumidores dizem confiar no boca a boca – as famosas recomendações de amigos e familiares – acima de todas as outras formas de publicidade, um aumento de 18% comparado ao estudo anterior.
Já as opiniões dos consumidores on-line são a segunda forma mais confiável de marketing e teve um incremento de 15% em relação aos últimos quatro anos: 70% dos pesquisados disseram confiar no formato.
Outro aspecto da pesquisa mostra que 36% das pessoas consultadas confiam na publicidade em redes sociais ou em vídeos online. As duas são as principais tendências da publicidade na internet, recentemente introduzidas no Facebook e YouTube, por exemplo.
Já entre os banners, a confiança subiu 26% na comparação com os dados de 2007 e atingiu 33%. Sobre os anúncios em ferramentas de busca, a credibilidade é ainda maior – 40%, um índice 34% superior na mesma comparação.
“O crescimento da confiança em buscas e banners nos últimos quatro anos deve aumentar a verba publicitária para essas plataformasâ€, explica o líder global de soluções de anúncios da Nielsen, Randall Beard.
Em que pese tais resultados, ainda assim a maioria das verbas publicitárias são gastos em mídia tradicionais ou pago, como a televisão.
Segundo Beard, enquanto executivos de marcas procuram maneiras de desenhar estratégias mais efetivas, a pesquisa mostra que a proliferação de mensagens nas mídias pode impactar também a eficácia de como as marcas se relacionam com as audiências em diversas plataformas.
A pesquisa consultou voluntários pela internet – foram ouvidas 28 mil pessoas em 56 países.

Embora a publicidade televisiva continue sendo uma forma primária de marketing devido ao seu alcance inigualável em comparação a outros meios de comunicação, os consumidores ao redor do mundo ainda enxergam as recomendações de amigos e opiniões online como as mais confiáveis.

De acordo com uma recente pesquisa da Nielsen, 47% dos consumidores dizem confiar em anúncios pagos em revistas, televisão e jornal. O índice representa, respectivamente, uma queda de 24%, 20% e 25%, em relação a 2007.

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Enquanto isso, 92% dos consumidores dizem confiar no boca a boca – as famosas recomendações de amigos e familiares – acima de todas as outras formas de publicidade, um aumento de 18% comparado ao estudo anterior.

Já as opiniões dos consumidores on-line são a segunda forma mais confiável de marketing e teve um incremento de 15% em relação aos últimos quatro anos: 70% dos pesquisados disseram confiar no formato.

Outro aspecto da pesquisa mostra que 36% das pessoas consultadas confiam na publicidade em redes sociais ou em vídeos online. As duas são as principais tendências da publicidade na internet, recentemente introduzidas no Facebook e YouTube, por exemplo.

Já entre os banners, a confiança subiu 26% na comparação com os dados de 2007 e atingiu 33%. Sobre os anúncios em ferramentas de busca, a credibilidade é ainda maior – 40%, um índice 34% superior na mesma comparação.

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“O crescimento da confiança em buscas e banners nos últimos quatro anos deve aumentar a verba publicitária para essas plataformasâ€, explica o líder global de soluções de anúncios da Nielsen, Randall Beard.

Em que pese tais resultados, ainda assim a maioria das verbas publicitárias são gastas em mídias tradicionais ou pagas, como a televisão.

Segundo Beard, enquanto executivos de marcas procuram maneiras de desenhar estratégias mais efetivas, a pesquisa mostra que a proliferação de mensagens nas mídias pode impactar também a eficácia de como as marcas se relacionam com as audiências em diversas plataformas.

A pesquisa consultou voluntários pela internet – foram ouvidas 28 mil pessoas em 56 países.

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abr
2012

Bairro planejado de Chapecó conta com trabalho da 2Day

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Postado por Patricia em Mercado, Novidades

Bairro planejado de Chapecó conta com trabalho da 2Day
Um novo bairro planejado está tomando forma na cidade de Chapecó, em Santa Catarina.
O projeto é da Vaccaro Participações SA em parceria com a Sulszback Empreendimentos Imobiliários e conta com o trabalho de gestão de lançamento da 2Day Estudos de Mercado e Marketing e da Agência de Comunicação Incomum.
O empreendimento, composto por 500 lotes, tem lançamento previsto para junho e propõe opções de lazer diferenciado na região do bairro Efapi, novo eixo de crescimento e desenvolvimento da cidade.
O projeto foi apresentado em Chapecó, nesta quarta-feira, 11, em um evento que contou com a presença de donos e gestores das principais imobiliárias.

Um novo bairro planejado está tomando forma na cidade de Chapecó, em Santa Catarina.

O projeto é da Vaccaro Participações SA em parceria com a Sulszbach Empreendimentos Imobiliários e conta com o trabalho de gestão de lançamento da 2Day Estudos de Mercado e Marketing e da Agência de Comunicação Incomum.

O empreendimento, composto por 500 lotes, tem lançamento previsto para junho e propõe opções de lazer diferenciado na região do bairro Efapi, novo eixo de crescimento e desenvolvimento da cidade.

O projeto foi apresentado em Chapecó, nesta quarta-feira, 11, em um evento que contou com a presença de donos e gestores das principais imobiliárias.

Confira um pouco do encontro:

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abr
2012

Novo empreendimento Rotta Ely tem suporte em pesquisa da 2Day

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Postado por Patricia em Mercado, Notícias

Novo empreendimento Rotta Ely tem suporte em pesquisa da 2Day
A 2Day Estudos de Mercado e Marketing acaba de desenvolver um trabalho bem bacana para a Construtora e Incorporadora Rotta Ely.
Antes de lançar seu mais novo empreendimento no bairro Azenha, a Rotta Ely contou com o trabalho altamente qualificado da 2Day para pesquisar a essência e as verdades do bairro.
Realizado em conjunto com a agência Capital, o trabalho contou com a parceria do antropólogo Cristian Salaini e da Cool Hunter Fah Maioli.
A pesquisa foi responsável por descobertas interessantíssimas, desconhecidas inclusive pelos próprios moradores.
E o que mais chamou a atenção ao final da pesquisa, de acordo com os profissionais envolvidos, foi o espírito coletivo, social e afetivo que toma conta das ruas do bairro.
As cadeiras na calçada, as rodas de chimarrão, a amizade entre os vizinho, a união das famílias. É como se houvesse um pedacinho do interior dentro de Porto Alegre.
E para preparar o lançamento do novo empreendimento, a Rotta Ely está preparando a diversas ações. A primeira delas pode ser conferida aqui.
Acessa lá [www.domingoempoa.com.br] e comece a conhecer um pouco mais do clima Azenha.

A 2Day Estudos de Mercado e Marketing acaba de desenvolver um trabalho bem bacana para a Construtora e Incorporadora Rotta Ely.

Antes de lançar seu mais novo empreendimento no bairro Azenha, a Rotta Ely contou com o trabalho altamente qualificado da 2Day para pesquisar a essência e as verdades do bairro.

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Realizado em conjunto com a agência Capital, o trabalho contou com a parceria do antropólogo Cristian Salaini e da Cool Hunter Fah Maioli.

A pesquisa foi responsável por descobertas interessantíssimas, desconhecidas inclusive pelos próprios moradores.

E o que mais chamou a atenção ao final do trabalho, de acordo com os profissionais envolvidos, foi o espírito coletivo, social e afetivo que toma conta das ruas do bairro.

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As cadeiras na calçada, as rodas de chimarrão, a amizade entre os vizinho, a união das famílias. É como se houvesse um pedacinho do interior dentro de Porto Alegre.

E para preparar o lançamento do novo empreendimento, a Rotta Ely está preparando a diversas ações. A primeira delas pode ser conferida aqui.

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Acessa lá e comece a conhecer um pouco mais do clima Azenha.

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abr
2012

2Day cria Guia Econômico para o Grupo Sinos

Postado por Patricia em Na Mídia, Notícias, Novidades, Pesquisas

A 2Day Estudos de Mercado e Marketing acaba de criar para o Grupo Sinos o Guia Econômico, produto que reúne informações e potencialidades de 60 municípios.

A publicação irá disponibilizar informações que traçam o desenvolvimento da região na última década a partir de pesquisa em órgãos públicos federais do Estado e em prefeituras dos municípios envolvidos.

Prévia Capa

Os dados foram coletados, selecionados, analisados e processados pela 2Day, e serão apresentados de duas formas: por municípios e pelos Conselhos Regionais de Desenvolvimento (Coredes) dos vales dos Sinos, do Caí e do Paranhana, da Encosta da Serra, Hortênsias e do Metropolitano do Delta do Jacuí.

O sócio da 2Day, Guilherme Reis Dutra, destaca que o Guia Econômico é uma ferramenta prática para conhecer o potencial de cada região e seu desenvolvimento nos últimos anos.

O diretor superintendente de Negócios do Grupo Sinos, Marcus Vinícius Klein, aponta o Guia Econômico como o principal referencial para empresas e instituições interessadas em investis na região. “É uma radiografia do perfil sócio-econômico de nossas cidades, o que proporciona segurança para quem deseja conhecer melhor o nosso mercadoâ€.

O Guia Econômico foi pauta no Jornal NH, que trouxe mais detalhes sobre a publicação que será disponibilizada no dia 17 de maio.

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abr
2012

Ação de marketing: não esqueça do mascote

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Postado por Patricia em Na Mídia, Pesquisas

Os mascotes estão de volta, e com toda força. Se antes ficavam quase que totalmente restritos à televisão, os personagens agora parecem ganhar novo fôlego com a explosão das redes sociais.

Mas será que o uso de personagens (ou mascotes) por marcas pode ser um bom caminho? Uma reportagem da Advertising Age apontou o que sempre foi muito discutido em termos de marketing nas redes sociais.

Para Carol Phillips, presidente do grupo de consultoria Brand Amplitude, o bom dos mascotes é que eles “nunca se envolvem em problemas com a justiça, não pedem aumento de cachê e podem ser usados por um longo período de tempo”.

A Kraft Foods, por exemplo, recentemente criou uma personagem que vive quase inteiramente online: o Peanut Butter Doug. O personagem realiza proezas arriscadas e seus feitos sempre terminam da mesma maneira: com ele sendo esmagado e transformado em creme de amendoim. A ideia é aguçar o apetite do consumidor para a entrada da companhia no disputado mercado americano de creme de amendoim.

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Já para promover uma marca de cereal, a Kraft utiliza a personagem Mel, que luta contra a auto-estima e problemas de identidade. A marca aposta em comerciais e utiliza a fan page do Facebook para postar histórias mais desenvolvidas, como por exemplo um vídeo onde Mel se junta a um grupo de arte-terapia para trabalhar sua “crise existencial”.

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Quem também está apostando no poder dos mascotes é a Bayer, ao reavivar o bebê Alka-Seltezer . O personagem foi aposentado décadas atrás e agora está de volta de forma maciça em anúncios de TV. De acordo com a empresa, o retorno do personagem aumentou significativamente o envolvimento do consumidor com a marca.

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É que em muitos casos, segundo a pesquisa da Advertising Age, os consumidores preferem interagir on-line com um personagem bonito ou fofo do que com um executivo corporativo sem rosto, o que torna muito mais fácil estabelecer uma conversa com o consumidor.

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mar
2012

Mercado Imobiliário: paulistano paga até 5% a mais pela luz do sol

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Postado por Patricia em Mercado

Mercado Imobiliário: paulistano paga até 5% a mais pela luz do sol
Se por um lado desembolsar dinheiro a mais pela luz do sol possa parecer um gasto desnecessário, levando em conta um país tropical como o Brasil, por outro lado o investimento é um fator de valorização do imóvel e reduz gastos com luz artificial e aquecimento elétrico.
O consumidor paulista de médio e alto padrão, por exemplo, está pagando até 5% a mais do valor do apartamento para garantir uma unidade na face norte do prédio.

Se por um lado desembolsar dinheiro a mais pela luz do sol possa parecer um gasto desnecessário, levando em conta um país tropical como o Brasil, por outro lado o investimento é um fator de valorização do imóvel e reduz gastos com luz artificial e aquecimento elétrico.

O consumidor paulista de médio e alto padrão, por exemplo, está pagando até 5% a mais do valor do apartamento para garantir uma unidade na face norte do prédio.

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De acordo com o diretor de comercialização e marketing do Sindicato da Habitação de São Paulo, o Secovi, a incidência do sol é melhor do lado norte do prédio, por isso, as unidades na face norte são mais concorridas e valorizadas.

Já no Rio de Janeiro, a incidência da luz do sol pesa mais que a ausência de barulho. Na decisão da compra, o sol só perde para fatores tradicionais como preço, bairro e tamanho.

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O vice-presidente de Locações do Secovi Rio, Antonio Paulo Monnerat ressalta que a preferência nacional é pela maior ação do sol nos quartos e na sala de estar.

A procura dos cariocas por apartamentos com o sol da manhã, considerado aquele na medida certa, já fez subir em 10% o valor dos imóveis que dispõem de tal característica.

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mar
2012

Converse com o cliente: empresas perdem negócios por falta de comunicação

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Postado por Patricia em Mercado, Pesquisas

Converse com o cliente: empresas perdem negócios por falta de comunicação
Companhias perdem oportunidades de negócio pela falta de comunicação com os seus clientes, revela um estudo da Canon Europa junto a fornecedores de serviços de impressão digital.
O resultado englobou um setor específico do segmento de TI porém a constatação vale para todos os segmentos da economia, já que a estratégia é capaz de acelerar negócios e ampliar a vantagem competitiva.

Companhias perdem oportunidades de negócio pela falta de comunicação com os seus clientes, revela um estudo da Canon Europe junto a fornecedores de serviços de impressão digital.

O resultado englobou um setor específico do segmento de TI porém a constatação vale para todos os segmentos da economia, já que a estratégia é capaz de acelerar negócios e ampliar a vantagem competitiva.

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O estudo revela ainda que possibilitar mais informação às companhias que compram serviços também pode aumentar as oportunidades de negócio.

Para se ter uma ideia, 36% dos compradores entrevistados não tinham conhecimento da existência da impressão on-demand. Ou seja, os fornecedores estão perdendo a chance de educar os seus clientes sobre como, por exemplo, a impressão pode ajudá-los a reforçar a marca e aumentar a eficácia do marketing.

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Segundo Mark Lawn, diretor de Marketing europeu de Soluções de Impressão Profissional da Canon, “os clientes procuram de forma ativa melhorar os seus conhecimentos sobre inovações. Por isso os fornecedores estão desperdiçando oportunidades significativas de crescimentoâ€.

Para Law, os fornecedores que adotarem uma abordagem mais comunicativa conseguirão expandir os negócios e tornar as relações mais fortes, explica Lawn.

Na avaliação de Scott Nelson, vice-presidente de gestão do instituto de pesquisas Gartner, os esforços para o aprimoramento da relação com os consumidores devem ser prioridade para qualquer companhia.

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mar
2012

Marketing jurídico: um negócio a ser explorado no Brasil

Postado por Patricia em Mercado, Notícias, Pesquisas

Os escritórios de advocacia dispõem de menor flexibilidade no uso de ferramentas de marketing do que diversos outros ramos de atividade econômica e por isso acabam não investindo no setor.

Os números comprovam a tendência: no Brasil 63% dos escritórios de advocacia consultados não contam com profissional interno responsável pelo marketing, sendo que apenas 3% contam em seus quadros com cinco ou mais profissionais de marketing em tempo integral.

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Os dados são de um estudo internacional realizado pela Lexis Nexis e Martindale-Hubble em colaboração no Brasil com a consultoria Gonçalves & Gonçalves.

Entre os poucos respondentes que informaram seus percentuais, mais de dois terços (69%) indicaram investimentos em marketing de até 3% do faturamento anual, ressaltando que 10% sequer conhecem tal informação.

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A ausência de um quadro profissional interno ocupado integralmente com o marketing tem diversos reflexos práticos importantes.

Com a inexistência de processos formais de planejamento de marketing, por exemplo, chega-se facilmente ao descontrole de gastos, que tanto podem ser excessivos quanto insuficientes para realizar objetivos que sequer foram formalizados.

A pesquisa revela que apenas 28% dos escritórios contam com procedimentos formais para elaboração do orçamento de marketing.

A consequência inevitável é a terceirização da maior parte das tarefas de marketing, sendo que as tarefas mais frequentemente terceirizadas são as de comunicação: criação de materiais de divulgação (80%), manutenção de sites institucionais (65%), assessoria de imprensa (50%), criação de anúncios (40%) e organização de eventos (30%).

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mar
2012

Caçadores de imóveis: de olho na SUA propriedade

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Postado por Patricia em Novidades

A grande procura por imóveis usados para comprar ou alugar fez surgir no mercado imobiliário uma nova figura: a dos corretores que saem à caça de imóveis, repetindo uma prática adotada anos atrás com carros usados.

Algumas imobiliárias de São Paulo criaram equipes especialmente para esta tarefa: as “house huntersâ€. Outra tática adotada é colocar carros na rua com placa anunciando o interesse por imóvel.

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De acordo com o levantamento do jornal O Estado de São Paulo, uma imobiliária com 17 filiais em São Paulo deixou de atender cerca de 300 clientes nos meses de janeiro e fevereiro porque não tinha imóveis adequados às necessidades dos clientes. Apartamento de dois dormitórios para locação, por exemplo, falta em todas as regiões.

Das práticas mais curiosas dos “caçadores de imóveis†está o envio de carta ao morador para sondar possibilidade de negócio. Os corretores costumam mandar cartas ao moradores de edifícios inteiros. O texto sucinto diz ao proprietário que há pessoas interessadas em comprar o imóvel e, caso haja interesse, pede para que entre em contato.

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Consequentemente, a escassez de imóveis usados para locação ou compra tem impacto nos preços: no mês passado, o preço médio do m² de apartamentos para compra subiu 1,5% em seis capitais do País e no Distrito Federal, segundo o Ãndice FipeZap de preços de imóveis anunciados na internet.

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mar
2012

Empresas de bens de consumo querem interação com o consumidor

Postado por Patricia em Mercado, Pesquisas

Meios de manter um relacionamento direto com os consumidores. É isso o que buscam as empresas de bens de consumo de acordo com um recente estudo da EIU (Economist Intelligence Unit) em parceria com a Oracle Consumer Goods.

A pesquisa, que consultou a opinião de 221 executivos de organizações de todo o mundo, mostra que nos próximos 12 meses, as empresas deverão utilizar as mídias sociais para atividades de marketing que incluirão desde a promoção de produtos (74%), a obtenção de feedbacks dos consumidores (63%) e até mesmo o atendimento de seus clientes (62%).

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As mídias sociais também serão uma prioridade para aumentar a fidelidade dos consumidores nos próximos 12 meses, segundo apontam 74% dos CEOs consultados.

Já 17% deles declararam que as mídias sociais já são uma prioridade, e quase o dobro desse percentual (33%) afirmou que este será um dos principais temas nos próximos 12 meses.

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Mas, mesmo com tantas projeções de melhorias e com a crescente tendência de uso dos canais móveis e sociais, muitos entrevistados ainda acreditam que ainda são muito primários os esforços de e-commerce como iniciativas complementares, principalmente em relação aos atuais canais de varejo.

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mar
2012

Marketing: o que atrai e o que irrita o consumidor?

Postado por Patricia em Novidades

Quais as práticas de marketing que os consumidores não aguentam mais? E quais as que agradam? Um estudo realizado pela Pitney Bowes Software indica as atividades que mais aproximam as marcas das pessoas e as que atuam como um repelente.

Os entrevistados apontaram como ações irritantes enviar e-mails semanalmente (89%), seguido por pedidos aos clientes para oferecer suporte a uma empresa, fazer caridade ou preocupações éticas (84%).

Em terceiro lugar no ranking dos erros foi apontado o envio de ofertas de terceiros (83%). Já o incentivo à interação com outras pessoas por meio de uma comunidade online aparece na quarta posição (81%).

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Mas então, quais práticas adotar?

Cerca de 80% entrevistados veem com bons olhos a manutenção de um fórum de clientes com acompanhamento do SAC. Surpreendentemente, as pesquisas de satisfação foram indicadas como boa prática por 75% dos consumidores, enquanto que fazer uma oferta por mês e enviar pelos Correios foi a ação citada por 74%. Na internet, 59% dos consumidores apreciam personalizações tais como “Bem vindoâ€.

O estudo identificou ainda que os entrevistados querem que as empresas se interessem mais sobre as suas preocupações e desejos, além de reduzir bastante o número de comunicações.

O levantamento foi realizado na França, Alemanha, Reino Unido e Estados Unidos.

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