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mai
2012

O marketing do Dia das Mães

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Postado por Patricia Postado em Mercado

O marketing do Dia das Mães
Uma das datas mais lucrativas para o comércio, o Dia das Mães é a grande oportunidade para as marcas se aproximarem dos consumidores. Por isso, reproduzimos aqui uma relação elaborada pela Letícia Alasse, do Mundo do Marketing, que analisou as ações de grandes marcas.
Começando pelos varejistas virtuais, a aposta foi a criação de hotsites que auxiliam a escolha do público. O Walmart, por exemplo, criou um teste para presentear as mães de acordo com o seu perfil, enquanto que o MercadoLivre investiu em categorias de produtos conforme o orçamento do consumidor.
Um dado interessante é que as questões emocionais ainda pesam na hora de produzir uma ação para a data. A LG criou um aplicativo que calcula o período em que o usuário deixa a sua mãe sem dormir e sugere uma recompensa com um produto da empresa.
Já a Coca-Cola optou por pesquisar o que realmente o público quer para bolar a sua estratégia para o Dia das Mães.  Enquanto em 2011 a marca lançou um vídeo com a música “Emoções†do cantor Roberto Carlos, este ano a opção foi por algo que realmente agregasse valor à vida dos consumidores.
A campanha que está no ar, “Felicidade Retornávelâ€, está sorteando bolsas com design fashion para que as mães tanto levem as garrafas retornáveis do refrigerante quanto passeiem no dia a dia.
Outra marca que optou por presentear o consumidor de maneira mais intimista foi a Renner. A varejista criou um aplicativo que escolhe automaticamente a foto do perfil no Facebook com a opção de customização da imagem, e no sábado, dia 12, as mães dos participantes recebem um cartão personalizado.
Algumas marcas, além de lançamentos especiais e promoções, apostam ainda em detalhes básicos que também costumam atrair os consumidores. O Boticário lançou uma coleção de perfumes com fragrâncias exclusivas, contudo, para surpreender os clientes, também apostou em novas embalagens para a data, feitas em papel tecido.
Por fim, outra estratégia que tem aparecido no planejamento das marcas é focar na comunicação com os consumidores que realmente farão as compras.
A estratégia é repetidamente feita pelos shoppings, que estimulam altos valores de consumo e prêmios como carros, que não serão destinados para as mães, mas para o comprador em si.

Uma das datas mais lucrativas para o comércio, o Dia das Mães é a grande oportunidade para as marcas se aproximarem dos consumidores. Por isso, reproduzimos aqui uma relação elaborada pela Letícia Alasse, do Mundo do Marketing, que analisou as ações de grandes marcas.

Começando pelos varejistas virtuais, a aposta foi a criação de hotsites que auxiliam a escolha do público. O Walmart, por exemplo, criou um teste para presentear as mães de acordo com o seu perfil, enquanto que o MercadoLivre investiu em categorias de produtos conforme o orçamento do consumidor.

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Um dado interessante é que as questões emocionais ainda pesam na hora de produzir uma ação para a data. A LG criou um aplicativo que calcula o período em que o usuário deixa a sua mãe sem dormir e sugere uma recompensa com um produto da empresa.

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Já a Coca-Cola optou por pesquisar o que realmente o público quer para bolar a sua estratégia para o Dia das Mães.  Enquanto em 2011 a marca lançou um vídeo com a música “Emoções†do cantor Roberto Carlos, este ano a opção foi por algo que realmente agregasse valor à vida dos consumidores.

A campanha que está no ar, “Felicidade Retornávelâ€, está sorteando bolsas com design fashion para que as mães tanto levem as garrafas retornáveis do refrigerante quanto passeiem no dia a dia.

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Outra que optou por presentear o consumidor de maneira mais intimista foi a Renner. A varejista criou um aplicativo que escolhe automaticamente a foto do perfil no Facebook com a opção de customização da imagem, e no sábado, dia 12, as mães dos participantes recebem um cartão personalizado.

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Algumas marcas, além de lançamentos especiais e promoções, apostam ainda em detalhes básicos que também costumam atrair os consumidores. O Boticário lançou uma coleção de perfumes com fragrâncias exclusivas, contudo, para surpreender os clientes, também elaborou novas embalagens para a data, feitas em papel tecido.

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Por fim, outra estratégia que tem aparecido no planejamento das marcas é focar na comunicação com os consumidores que realmente farão as compras.

A ação é repetidamente feita pelos shoppings, que estimulam altos valores de consumo e prêmios como carros, que não serão destinados para as mães, mas para o comprador em si.

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mai
2012

Marketing no mercado de luxo: três tendências para 2012

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Postado por Patricia Postado em Mercado

Os bens de luxo são produtos e serviços com comportamentos muito particulares no mercado, e sua administração mercadológica frequentemente contradiz as regras do marketing de consumo de massa. É preciso adaptar e muitas vezes reinventar conceitos para prosperar nesse segmento.

Por isso destacamos abaixo três tendências para auxiliar as empresas do setor em seu planejamento de marketing para o mercado de luxo. As dicas são de Karen Weiner Escalera, membro do conselho consultivo do Luxury Marketing Council da Flórida, Estados Unidos.

Diversão para fidelizar
Cada vez mais as companhias terão de atrair e divertir para fidelizar. Um exemplo é a ação da marca de sapatos Jimmy Choo, que criou uma gincana em Londres para apresentar sua primeira coleção de tênis.

Durante a ação “Catch a Choo”, os seguidores da marca nas mídias sociais viam que um par de tênis tinha feito check-in em algum lugar da cidade e o primeiro a chegar no local recebia o produto.

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Operadores de turismo, hotéis e empresas aéreas também seguem a tendência, oferecendo viagens misteriosas de fim de semana para clientes fiéis e fãs, por meio de concursos, leilões ou descontos para destinos desconhecidos, com itinerários-surpresa.

Mudanças na linguagem
Nos últimos anos, os jargões têm sido palavras como “autêntico”, “artesanal”, “vintage” e “único”. Provavelmente, em 2012 continuará assim, mas as empresas devem ficar atentas.

Na medida em que palavras da moda forem adotadas pelo mercado do consumo em massa, será necessário criar um novo vocabulário do Luxo, mais carismático e preciso, com termos como “precioso”, “raro” e “sagrado”.

Diferenciação pelo estilo
As marcas precisam melhorar o que oferecem e proporcionar vivências diferentes aos consumidores. Foi o que fez a britânica Alfred Dunhill, ao recriar uma loja com artefatos e peças de suas primeiras coleções.

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O complexo de três andares mergulha os visitantes em uma experiência completa de compras, jantar e beleza, com um bar e café, uma sala de cinema, alfaiataria, área de produtos em couro, SPA, barbearia e um clube de cavalheiros, à moda antiga.

Outro exemplo são os hotéis que atendem os que amam os “micro nichos”, como o The Food Hotel, em Neuwied, na Alemanha. O empreendimento temático tem decoração de supermercado, com bancos feitos de caixas de cerveja, almofadas que parecem biscoitos e cadeiras que lembram carrinhos de compras.

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Por meio de uma parceria com 36 das maiores marcas de alimentos domésticos da Alemanha, foram projetadas suítes que permitem aos hóspedes escolherem quais lanches, bebidas e ações de Marketing gostariam de receber e testemunhar ali.

Há ainda o Divorce Hotel, na Holanda, para casais que desejam se separar. O local conta com quartos de solteiro, mediadores, tabeliães e psicólogos, além de outros especialistas para ajudarem os clientes durante o processo de divórcio.

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abr
2012

O grande desafio do marketing: como dialogar com a classe C?

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Postado por Patricia Postado em Mercado

O grande desafio do marketing: como dialogar com a classe C?
Os consumidores das classes menos favorecidas aumentaram seu poder de compra nos últimos anos. Por consequência, os anunciantes, e logicamente, seus departamentos de marketing começaram a olhar para “os emergentes†com outros olhos.
De acordo com o especialista em marketing de serviços, Marcos Hiller, por mais que se façam pesquisa focus group com pessoas da classe C para entender a fundo como se comportam e como agem, os diretores de criação, redatores e planners das agências de publicidade são pessoas muito distantes economicamente dessas classes da base da pirâmide.
Em artigo publicado pelo Administradores, o especialista cita o exemplo das redes de lojas como Casas Bahia, Marabraz, Lojas Cem, Pão de Açúcar, Magazine Luiza que estão construindo posicionamentos e promessas de marca assentadas na classe C e na conquista da felicidade.
Quase todas essas marcas usam slogans que remetem à felicidade, como por exemplo: “Vem ser feliz”, “Lugar de gente feliz”, entre outros. Já as Lojas Pernambucanas montou um hotsite do Luan Santana. Comprar é prazer e eu consumo para buscar a felicidade.
Outro exemplo citado por Hiller é a campanha da rede de supermercados DIA, que entende que a classe tem aspirações de ser rica como a socialite Val Marchiori, uma das protagonistas do reality show “Mulheres ricas”.
O mote da campanha tenta reforçar os três pilares da marca: “preço baixo, proximidade e marca própria” e são apresentados por Val em situações do seu dia-a-dia.
Na campanha, em relação ao preço baixo, a socialite diz que não compra no Dia porque o que mais gosta é gastar; quando o assunto é a proximidade das unidades da rede, a justificativa de Val é a vontade de rodar com sua limusine e a negação aos produtos da marca se explica pela preferência aos produtos importados – quando, na verdade, ela toma chá do Dia comprado por seu assistente sem que ela saiba.
Uma boa jogada ou uma abordagem de mau gosto? Para Hiller o risco da rede se desconectar da classe C, o alvo que se deseja atingir, é grande.
O grande desafio, segundo Hiller, é como se conectar sem estereotipar. “Na minha visão, ninguém ainda conseguir dialogar com a classe C de forma honesta, sem clichês, rótulos e formatos enlatados. Parece que conversar com pessoas de classe AAA é mais fácilâ€, define.

Os consumidores das classes menos favorecidas aumentaram seu poder de compra nos últimos anos. Por consequência, os anunciantes, e logicamente, seus departamentos de marketing começaram a olhar para “os emergentes†com outros olhos.

De acordo com o especialista em marketing de serviços, Marcos Hiller, por mais que se façam pesquisa focus group com pessoas da classe C para entender a fundo como se comportam e como agem, os diretores de criação, redatores e planners das agências de publicidade são pessoas muito distantes economicamente dessas classes da base da pirâmide.

Em artigo publicado pelo Administradores, o especialista cita o exemplo das redes de lojas como Casas Bahia, Marabraz, Lojas Cem, Pão de Açúcar, Magazine Luiza que estão construindo posicionamentos e promessas de marca assentadas na classe C e na conquista da felicidade.

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Quase todas essas marcas usam slogans que remetem à felicidade, como por exemplo: “Vem ser feliz”, “Lugar de gente feliz”, entre outros. Comprar é prazer e eu consumo para buscar a felicidade. Já as Lojas Pernambucanas apelaram para um ídolo popular e montaram um hotsite do Luan Santana.

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Outro exemplo citado por Hiller é a campanha da rede de supermercados DIA, que entende que a classe tem aspirações de ser rica como a socialite Val Marchiori, uma das protagonistas do reality show “Mulheres ricas”.

O mote da campanha tenta reforçar os três pilares da marca: “preço baixo, proximidade e marca própria” e são apresentados por Val em situações do seu dia-a-dia.

Na campanha, em relação ao preço baixo, a socialite diz que não compra no Dia porque o que mais gosta é gastar; quando o assunto é a proximidade das unidades da rede, a justificativa de Val é a vontade de rodar com sua limusine; já a negação aos produtos da marca se explica pela preferência aos produtos importados – quando, na verdade, Val toma chá do Dia comprado por seu assistente sem que ela saiba.

Uma boa jogada ou uma abordagem de mau gosto? Para Hiller o risco da rede se desconectar da classe C, o alvo que se deseja atingir, é grande.

O grande desafio, segundo o especialista, é como se conectar sem estereotipar. “Na minha visão, ninguém ainda conseguiu dialogar com a classe C de forma honesta, sem clichês, rótulos e formatos enlatados. Parece que conversar com pessoas de classe AAA é mais fácilâ€, define.

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abr
2012

A ousada jogada de marketing da Cola-Cola e a experiência brasileira

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Postado por Patricia Postado em Novidades

Trocar a marca da embalagem:  a ousada jogada de marketing da Cola-Cola
Que tal trocar a marca da embalagem de seu produto por nomes diversos? Ou, que tal propor isso para uma marca com mais de 120 anos de história? Pois foi essa ideia que a Coca-Cola abraçou na Austrália.
Luke, Kylie, Jess, Adrian, Jake e tantos outros 145 nomes populares do país passaram a substituir a logo da empresa nos rótulos vermelhos em uma ação temporária.
O porquê desta ação? Bem, primeiro a marca estava com um problema: 50% dos adolescentes e jovens adultos na Austrália não tinham tomado a bebida durante um mês.
Por outro lado, a Coca-Cola queria “resgatar as conversas reais†e inseri-las novamente no cotidiano das pessoas, levando em conta ainda a importância de ações que reforçassem a presença digital. Para isso, as peças da campanha convidam o consumidor a compartilhar a bebida a partir do nome estampado na garrafa.
Confira aqui o vídeo da ação:
<iframe src=”http://player.vimeo.com/video/38134755″ width=”500″ height=”281″ frameborder=”0″ webkitAllowFullScreen mozallowfullscreen allowFullScreen></iframe>
Alguns dos resultados: 870% de aumento de tráfego no Facebook e aumento de 7% das vendas entre jovens adultos.
Resumindo, uma grande ideia, não?
Para o professional de marketing Paulo Lima, ideias como essa só são possíveis quando se entende de pessoas e se tem a sensibilidade necessária para saber o que irá fazer com que elas se sintam bem, importantes. Ele sustenta ir além do “vamos nos colocar no lugar dos consumidores†e partir para o “vamos nos colocar no lugar de pessoasâ€.
Aqui no Brasil, em 2007, o Banco do Brasil fez uma ação semelhante. Para se aproximar de seus correntistas e atrair novos clientes, o banco alterou a fachada de 300 agências, em dez estados.
Onde antes estava a inscrição “Banco do Brasilâ€, passou-se a ler “Banco da Mariaâ€, “Banco do Joséâ€, “Banco do Joãoâ€, etc. Os nome mais populares entre os brasileiros também estavam presentes na logomarca do banco.
Mas a iniciativa brasileira não foi tão bem sucedida quanto a da Coca-Cola na Austrália. A ação teveuma repercussão negativa entre os sindicalistas e pouco impacto entre os potenciais clientes.
Moral da história? Pesquisar o consumidor, saber qual é o perfil do seu cliente e as tendências de mercado, ainda são os principais norteadores de uma grande jogada de marketing.

Que tal trocar a marca da embalagem de seu produto por nomes diversos? Ou, que tal propor isso para uma marca com mais de 120 anos de história? Pois foi essa ideia que a Coca-Cola abraçou na Austrália.

Luke, Kylie, Jess, Adrian, Jake e tantos outros 145 nomes populares do país passaram a substituir a logo da empresa nos rótulos vermelhos em uma ação temporária.

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O porquê desta ação? Bem, primeiro a marca estava com um problema: 50% dos adolescentes e jovens adultos na Austrália não tinham tomado a bebida durante um determinado mês.

Por outro lado, a Coca-Cola queria “resgatar as conversas reais†e inseri-las novamente no cotidiano das pessoas, levando em conta ainda a importância de ações que reforçassem a presença digital. Para isso, as peças da campanha convidam o consumidor a compartilhar a bebida a partir do nome estampado na garrafa.

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Alguns dos resultados: 870% de aumento de tráfego no Facebook e aumento de 7% das vendas entre jovens adultos.

Resumindo, uma grande ideia, não?

Para alguns profissionais de marketing, ideias como essa só são possíveis quando se entende de pessoas e se tem a sensibilidade necessária para saber o que irá fazer com que elas se sintam bem, se sintam importantes.

Aqui no Brasil, em 2007, o Banco do Brasil fez uma ação semelhante. Para se aproximar de seus correntistas e atrair novos clientes, o banco alterou a fachada de 300 agências, em dez estados.

Onde antes estava a inscrição “Banco do Brasilâ€, passou-se a ler “Banco da Mariaâ€, “Banco do Joséâ€, “Banco do Joãoâ€, etc. Os nomes mais populares entre os brasileiros também estavam presentes na logomarca do banco.

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Mas a iniciativa brasileira não foi tão bem sucedida quanto a da Coca-Cola na Austrália. A ação teve uma repercussão negativa entre os sindicalistas e pouco impacto entre os potenciais clientes.

Moral da história? Pesquisar o consumidor, saber qual é o perfil do seu cliente e as tendências de mercado ainda são os principais norteadores de uma grande jogada de marketing.

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abr
2012

Boca a boca continua sendo a melhor forma de marketing, indica pesquisa

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Postado por Patricia Postado em Mercado, Pesquisas

Boca a boca continua sendo a melhor forma de marketing, indica pesquisa
Embora a publicidade televisiva continue a ser uma forma primária de marketing devido ao seu alcance inigualável em comparação a outros meios de comunicação, os consumidores ao redor do mundo ainda enxergam as recomendações de amigos e opiniões on-line como as mais confiáveis.
De acordo com uma recente pesquisa da Nielsen, 47% dos consumidores dizem confiar em anúncios pagos em revistas, televisão e jornal. O índice representa, respectivamente, uma queda de 24%, 20% e 25%, em relação a 2007.
Enquanto isso, 92% dos consumidores dizem confiar no boca a boca – as famosas recomendações de amigos e familiares – acima de todas as outras formas de publicidade, um aumento de 18% comparado ao estudo anterior.
Já as opiniões dos consumidores on-line são a segunda forma mais confiável de marketing e teve um incremento de 15% em relação aos últimos quatro anos: 70% dos pesquisados disseram confiar no formato.
Outro aspecto da pesquisa mostra que 36% das pessoas consultadas confiam na publicidade em redes sociais ou em vídeos online. As duas são as principais tendências da publicidade na internet, recentemente introduzidas no Facebook e YouTube, por exemplo.
Já entre os banners, a confiança subiu 26% na comparação com os dados de 2007 e atingiu 33%. Sobre os anúncios em ferramentas de busca, a credibilidade é ainda maior – 40%, um índice 34% superior na mesma comparação.
“O crescimento da confiança em buscas e banners nos últimos quatro anos deve aumentar a verba publicitária para essas plataformasâ€, explica o líder global de soluções de anúncios da Nielsen, Randall Beard.
Em que pese tais resultados, ainda assim a maioria das verbas publicitárias são gastos em mídia tradicionais ou pago, como a televisão.
Segundo Beard, enquanto executivos de marcas procuram maneiras de desenhar estratégias mais efetivas, a pesquisa mostra que a proliferação de mensagens nas mídias pode impactar também a eficácia de como as marcas se relacionam com as audiências em diversas plataformas.
A pesquisa consultou voluntários pela internet – foram ouvidas 28 mil pessoas em 56 países.

Embora a publicidade televisiva continue sendo uma forma primária de marketing devido ao seu alcance inigualável em comparação a outros meios de comunicação, os consumidores ao redor do mundo ainda enxergam as recomendações de amigos e opiniões online como as mais confiáveis.

De acordo com uma recente pesquisa da Nielsen, 47% dos consumidores dizem confiar em anúncios pagos em revistas, televisão e jornal. O índice representa, respectivamente, uma queda de 24%, 20% e 25%, em relação a 2007.

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Enquanto isso, 92% dos consumidores dizem confiar no boca a boca – as famosas recomendações de amigos e familiares – acima de todas as outras formas de publicidade, um aumento de 18% comparado ao estudo anterior.

Já as opiniões dos consumidores on-line são a segunda forma mais confiável de marketing e teve um incremento de 15% em relação aos últimos quatro anos: 70% dos pesquisados disseram confiar no formato.

Outro aspecto da pesquisa mostra que 36% das pessoas consultadas confiam na publicidade em redes sociais ou em vídeos online. As duas são as principais tendências da publicidade na internet, recentemente introduzidas no Facebook e YouTube, por exemplo.

Já entre os banners, a confiança subiu 26% na comparação com os dados de 2007 e atingiu 33%. Sobre os anúncios em ferramentas de busca, a credibilidade é ainda maior – 40%, um índice 34% superior na mesma comparação.

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“O crescimento da confiança em buscas e banners nos últimos quatro anos deve aumentar a verba publicitária para essas plataformasâ€, explica o líder global de soluções de anúncios da Nielsen, Randall Beard.

Em que pese tais resultados, ainda assim a maioria das verbas publicitárias são gastas em mídias tradicionais ou pagas, como a televisão.

Segundo Beard, enquanto executivos de marcas procuram maneiras de desenhar estratégias mais efetivas, a pesquisa mostra que a proliferação de mensagens nas mídias pode impactar também a eficácia de como as marcas se relacionam com as audiências em diversas plataformas.

A pesquisa consultou voluntários pela internet – foram ouvidas 28 mil pessoas em 56 países.

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abr
2012

Ação de marketing: não esqueça do mascote

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Postado por Patricia Postado em Na Mídia, Pesquisas

Os mascotes estão de volta, e com toda força. Se antes ficavam quase que totalmente restritos à televisão, os personagens agora parecem ganhar novo fôlego com a explosão das redes sociais.

Mas será que o uso de personagens (ou mascotes) por marcas pode ser um bom caminho? Uma reportagem da Advertising Age apontou o que sempre foi muito discutido em termos de marketing nas redes sociais.

Para Carol Phillips, presidente do grupo de consultoria Brand Amplitude, o bom dos mascotes é que eles “nunca se envolvem em problemas com a justiça, não pedem aumento de cachê e podem ser usados por um longo período de tempo”.

A Kraft Foods, por exemplo, recentemente criou uma personagem que vive quase inteiramente online: o Peanut Butter Doug. O personagem realiza proezas arriscadas e seus feitos sempre terminam da mesma maneira: com ele sendo esmagado e transformado em creme de amendoim. A ideia é aguçar o apetite do consumidor para a entrada da companhia no disputado mercado americano de creme de amendoim.

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Já para promover uma marca de cereal, a Kraft utiliza a personagem Mel, que luta contra a auto-estima e problemas de identidade. A marca aposta em comerciais e utiliza a fan page do Facebook para postar histórias mais desenvolvidas, como por exemplo um vídeo onde Mel se junta a um grupo de arte-terapia para trabalhar sua “crise existencial”.

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Quem também está apostando no poder dos mascotes é a Bayer, ao reavivar o bebê Alka-Seltezer . O personagem foi aposentado décadas atrás e agora está de volta de forma maciça em anúncios de TV. De acordo com a empresa, o retorno do personagem aumentou significativamente o envolvimento do consumidor com a marca.

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É que em muitos casos, segundo a pesquisa da Advertising Age, os consumidores preferem interagir on-line com um personagem bonito ou fofo do que com um executivo corporativo sem rosto, o que torna muito mais fácil estabelecer uma conversa com o consumidor.

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fev
2012

Vídeo: Logomarcas na visão de uma criança

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Postado por Patricia Postado em Mercado, Novidades

Olhar o mundo pela primeira vez é uma das peculiaridades de ser criança. O que dizer do olhar então para como o mercado se comporta e o que ele representa também de maneira inédita?

Essa foi a proposta de um pai americano. Designer, apresentou à sua filha de cinco anos diferentes logomarcas das principais marcas mundiais e a perguntou: “O que isso parece representar?

As respostas deram origem a este vídeo abaixo, cheio de sinceridades e também de lições para quem busca inovar com ações de marketing, publicidade e comunicação. Não existe pesquisa maior que a impressão de uma criança:

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jan
2012

iDeon lança empreendimentos no Moinhos de Vento

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Postado por Patricia Postado em Mercado, Novidades

A incorporadora iDeon lançou na última semana o Loft Park e o Office Park, empreendimentos que utilizam o mixed use como critério inovador para um público que busca unir residência e escritório em ambientes próximos e em harmonia.

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O conceito foi desenvolvido juntamente com a 2Day a partir de consultoria de mercado para avaliar a recepção do público portoalegrense. Em uma das principais quadras do nobre bairro Moinhos de Vento, os prédios tem previsão de entrega para novembro deste ano.Os empreendimentos chegam à capital gaúcha para integrar em curta distância ambiente de trabalho e residencial. Confira algumas fotos do coquetel de lançamento:

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O Office Park tem como vizinho o Koh Pee Pee, o mais reconhecido restaurante de gastronomia tailandesa do Rio Grande do Sul. O prédio oferece uma loja de 360 m² e salas comerciais, que vão de 56 a 112 m².  Já o Loft Park, projeto com apenas 56 lofts e lofts Duplex, com plantas versáteis adequadas para diferentes estilos de vida – está na Goethe com acesso pela Castro Alves.

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jan
2012

Bebês na mira do marketing

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Postado por Patricia Postado em Na Mídia, Novidades

A campanha publicitária do Itaú vem atraindo fãs de todas as idades. Com a imagem de um bebê dando gargalhadas, a propaganda conquistou o público, que sempre adora cenas familiares:

O vídeo, que na verdade foi feito por um pai com seu bebê americano de onze meses, foi alterado digitalmente com cores e efeitos para transmitir a ideia desejada pelo Itaú, resgatando a identidade com a marca. Confira o vídeo original:

Video do bebe rindo (original) por Mundoconectado no Videolog.tv.

A tendência de utilizar bebês em propagandas vai ganhando força. Nos Estados Unidos, um comercial retrata um pequeno dialogando como adulto e aconselhando o cunhado a fazer investimentos:

Vale a pena resgatar o sucesso dos “bichinhos da Parmalat†na metade dos anos 90. A campanha virou febre e a marca soube aproveitar, lançando inclusive uma coleção de brinquedos de pelúcia referentes a propaganda:

E você, o que acha dessa estratégia de marketing? Será que voltou com tudo?

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jan
2012

Pesquisa revela opinião de estrangeiros sobre o Brasil

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Postado por Patricia Postado em Mercado, Novidades, Pesquisas

A Pesquisa CNT/Sensus encomendada pela revista Veja traça um novo panorama a respeito dos sentimentos dos estrangeiros em relação ao nosso país. De acordo com o estudo, publicado no início do mês, dos 18 países entrevistados, 17 veem o Brasil “sob a mais favorável das luzesâ€. A exceção ficou por conta da Ãndia. Foram 7200 pessoas selecionadas a participar da pesquisa. Estamos, de acordo com elas, definitivamente marcados no mapa mundial:

Gráficos: Arte sobre reprodução da Revista Veja

Gráficos: Arte sobre reprodução da Revista Veja

Além disso, quase 60% acredita que nosso País nunca foi tão influente na política como agora. O fato é que o Brasil está causando melhor impressão do que antes, e é nessa simpatia, tipicamente nossa, que o mercado deve se espelhar. O lado negativo do estudo foi a revelação de que somente 36% dos entrevistados gostaria de morar aqui.
Em contraponto, o Brasil foi escolhido como o segundo país mais seguro para investir em imóveis comerciais. A pesquisa, que já falamos em outro post, mostrou que estamos somente atrás dos Estados Unidos neste quesito.
O contrabalanço das pesquisas e a combinação de resultados demonstra que os investimentos no mercado brasileiro devem continuar a todo vapor, mas que necessitam de um equilíbrio maior entre todos os setores – fato notado em outras áreas emergentes por aqui, como mostra o índice do PIB:
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A pesquisa completa CNT/Sensus você encontra na edição 2250 da Revista Veja.

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jan
2012

Pesquisa de comportamento aponta que 92% dos brasileiros consomem moda

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Postado por Patricia Postado em Notícias, Novidades, Pesquisas

Um estudo publicado pela Fecomércio-RJ em parceria com o Instituto Ipsos revelou que 92% dos brasileiros consomem itens da moda, especialmente roupas e calçados. A pesquisa foi realizada com mil brasileiros em 70 cidades das nove regiões metropolitanas do País.

A pesquisa de comportamento apontou que, do total, 37% compram roupas e calçados a cada seis meses, 25% em datas comemorativas e 17% uma vez por ano. Um terço dos entrevistados gastou por ano, de R$ 100 a R$ 200 em artigos de moda. A imensa maioria (70%) costuma fazer os pagamentos à vista.

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Para a amostragem, os principais fatores que influenciam a compra de um produto são preço (93%), conforto (80%) e beleza (74%). Quanto ao local de preferido para a renovação do guarda roupa, 69% responderam comprar em lojas de departamento; 66% em multimarcas; 52% em feirinhas e 44% em estabelecimentos de marca própria.

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As faixas de gasto mais elevadas foram as que ganharam adesão de mais consumidores. Em 2010, 24% gastaram entre 11% e 20% do orçamento com moda, enquanto em 2011 o número foi de 30%. O estudo faz parte da pesquisa ‘O Raio X da Moda’ e foi tema também de matéria na Globo News, onde a diretora do Fashion Business, evento que está explorando o mercado do comportamento,  fala sobre a contribuição da moda para a economia brasileira:

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jan
2012

Vídeo ensina sete hábitos inteligentes para marketing imobiliário

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Postado por Patricia Postado em Mercado, Novidades, Pesquisas

O site Real Estate Book, principal ferramenta de busca de imóveis no mundo todo, publicou um vídeo que ensina em sete passos como transformar seu marketing imobiliário em um dos mais eficientes.

A partir de um estudo, o site conduziu a pesquisa com milhares de líderes e agentes do mercado imobiliário para descobrir quais eram seus hábitos-chave para o sucesso, inclusive no mercado competitivo atual.

O resultado você confere abaixo. O vídeo está em inglês mas é possível habilitar as legendas no YouTube:

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dez
2011

Estudo aponta tendências para o comportamento do consumidor em 2012

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Postado por Patricia Postado em Mercado, Novidades, Pesquisas

A JWT Intelligence realizou uma pesquisa que aponta as dez tendências que vão influenciar o comportamento do consumidor no próximo ano.

O estudo deu tão certo que a consultoria montou um vídeo, transformando um relatório de 102 páginas em uma animção de dois minutos, que, além de divertida, informa o que podemos esperar do mercado ano que vem.

Confira o vídeo:

As dez tendências estão resumidas abaixo:

1 – Navegando no new normal - New normal é a expressão que os americanos designam para identificar a vida com segurança por toda a parte. Essa navegação se refere a trazer mais marcas para este conceito. O setor de marketing irá encontrar novas oportunidades para desenvolver produtos e serviços com maior acessibilidade;

2 – Viva um pouco - Os consumidores, cansados de conselhos sobre o que fazer ou não com sua saúde, sua rotina e suas vidas, vão se dar o direito de viver um pouco sem desistir muito.

3 – Geração ‘Go’ - Oportunidades nas adversidades econômicas. Isso é o que caracteriza a nova geração, que passa de perdida para se transformar em uma reinvenção no mercado.

4 – A ascensão do valor agregado - Melhor que aderir a grandes causas, algumas empresas estão começando a integrar seus modelos de negócios com outras estratégicas. Criar valor agregado, implica em gerar lucro e também progresso social.

5 – Comida como um novo problema sustentável – O impacto ambiental de nossas escolhas alimentares irão atrair a atenção em nível global e não somente para os engajados na causa. Será um grande mercado para o marketing.

6 – Casamento opcional - O casamento não é mais uma meta para as mulheres, e sim, uma opção, que pode co-habitar com a maternidade solitária. Por exemplo, em 2010, um terço das mulheres japonesas entraram aos 30 anos solteiras.

7 – Redesenhando aleatoriedade - Com mundos cada vez mais personalizados, os tipos de conteúdo, experiências e pessoas que são mais estreitas, a aleatoriedade pode inspirar diferentes pontos de vista entre novos mundos.

8 – Interações em telas - Mais superfícies finas estão se tornando telas e essas, se tornam cada dia mais interativas. Essa é uma nova tendência que pode engajar e motivar consumidores;

9 – Celebrar o envelhecimento - As percepções de envelhecer estão mudando, com pessoas de todas as idades tendo atitudes mais positivas de ficar mais velhas.

10 – Objetivando objetos - Objetos motivacionais, itens que acompanham as propriedades digitais para criar valores percebidos e ferramentas digitais para estimular a criação.

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dez
2011

Pesquisa revela inclinação do mercado para geomarketing

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Postado por Patricia Postado em Mercado, Pesquisas

A Amcham-São Paulo publicou pesquisa que reconhece a adoção do geomarketing como estratégia em ações. De acordo com a entidade, 61% dos consultados acham que a ferramenta ajuda a ganhar conhecimento do mercado. Já 29% consideram o geomarketing como eficaz na promoção direcionada de produtos ou serviços.

O geomarketing é uma prática utilizada para analisar variáveis relevantes de marketing pela visualização do mercado através de localidades e mapas geográficos.

A pesquisa revelou ainda, que a tendência dos empresários brasileiros é aumentar a aderência a ferramenta por principalmente dois fatores:

46% acreditam que o geomarketing será mais praticado pelo crescimento da concorrência e busca por novos nichos de mercado;

27% pelo desenvolvimento de classes com poder de consumo em novas regiões.

Para o próximo ano, a expectativa é grande: 46% dos entrevistados afirma que já aplica recursos de geomarketing ou pretendem investir na ferramenta até 2012 para pesquisas de mercado. Já 37% informaram que a promoção de produtos tem no geomarketing um possível investimento de suas empresas.

Para realizar a pesquisa, a Amcham ouviu 41 gestores e diretores de Marketing e Comunicação em São Paulo. Os dados completos você confere aqui.

Nós da 2Day realizamos pesquisas e serviços de geomarketing, clique aqui e saiba mais.

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dez
2011

Facebook entra como estratégia de marketing

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Postado por Patricia Postado em Mercado, Novidades

Assim como as pessoas gostam de ver os imóveis comercializados, elas também gostam de opinar a respeito das ofertas. Foi com esse pensamento que uma agência americana, a Bond New York traçou estratégia de marketing elaborada: incorporou o sistema Facebook em seu site permitindo comentários e claro, a opção “Curtir†nas propriedades que os visitantes conhecem.

A agência é uma das primeiras na cidade de Nova York a implantar o sistema para ajudar o mercado de propriedades. A inserção da mídia social na página funciona como um marketing promovido dentro do próprio espaço onde é feita a publicidade, ou seja, além de ter um custo baixo, é altamente viralizado.

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O sistema Facebook para os imóveis funciona como convite para que visitantes discutam e aproveitem mais os recursos dos empreendimentos comercializados pela agência. Os comentários são postados diretamente no site da Bond, e mesmo que quatro pessoas comentem sobre um imóvel, os comentários poderão ser vistos por até 500 outras pessoas, uma vez que cada comentário será postado no perfil desta pessoa – e portando visível para todos seus amigos na rede.

De acordo com o Facebook, desde março – época de lançamento do serviço – mais de 400.000 sites já adicionaram o plug-in de comentários.

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nov
2011

Empresa do ramo imobiliário faz anúncios polêmicos em Nova York

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Postado por Patricia Postado em Mercado, Novidades

Uma corretora da cidade de Nova York causou polêmica nos Estados Unidos com sua nova campanha de marketing imobiliário. Provocando o público com anúncios que fazem referência ao sexo masculino em imagens e frases de impacto, a MNS certamente chamou a atenção de quem passa pelas ruas da cidade, conhecida por ter ofertas disputadíssimas de compra e venda de apartamentos:

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A frase “Eu não me lembro o nome dele, mas seu apartamento…” é o que move a manchete nos cinco anúncios mostrando cenas de quarto com os personagens sem rosto. A empresa protagonista dos anúncios foi inclusive pauta do jornal New York Post, que fez uma matéria em vídeo:

De acordo com a Agência WareHouse, responsável pela campanha, a ideia foi provocar as pessoas e dizer que ainda é possível fazer uma correlação entre a qualidade do seu apartamento e a qualidade das mulheres que você conhece, valorizando assim o seu imóvel e promovendo a imobiliária como protagonista no auxílio de avaliação de seus bens e possível comercialização.

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nov
2011

Marketing Imobiliário: inovar para crescer

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Postado por Patricia Postado em Mercado, Novidades

As construtoras brasileiras dão dois passos à frente de ações de marketing para incrementar as vendas. Em busca de novos clientes, empresas estão lançando estratégias com muita interatividade.

O objetivo é prospectar clientes que reconheçam no marketing a possibilidade de lucrar além da aquisição dos imóveis. Uma constutora carioca sorteou R$ 1 milhão em barras de ouro para um comprador de um de seus imóveis. Já outra selou parceria com uma empresa de brinquedos para promover seus prédios através de jogos de tabuleiro.

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Até carro novo as construtoras estão adotando como premiação aos seus clientes, trazendo um conceito de marketing imobiliário que valorize os empreendimentos mas também ofereça vantagens palpáveis – e muitas vezes suntuosas – aos seus clientes.

A velocidade das vendas aumenta, e aos poucos as mesmas estratégias vão sendo transferidas via web. Um cliente nosso, a Lopes, traçou um planejamento forte para a internet com o Corretor Online. A solução é a primeira do segmento imobiliário para iPad, e permite inclusive tour 3D pelo imóvel desejado.

Com essa ação a Lopes chegou aos mais de dois milhões de acessos únicos ao seu site e o retorno deu tão certo que em algumas unidades, a venda online já corresponde a 30% dos negócios efetivados. A  iniciativa permite que todas as etapas ao adquirir um imóvel sejam feitas online: pesquisa, visitação e fechamento de compra.

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Uma coisa é certa: o mercado de marketing imobiliário está mudando e as construtoras devem investir cada vez mais em interatividade, e a internet entra como ferramenta essencial para essa adaptação. Para isso, a consultoria em pesquisas e a utilização de prospecções e identificação de mercado são fortes aliadas nas mudanças estratégicas. Clique para vender!

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nov
2011

Marketing sensorial é alternativa no mercado imobiliário

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Postado por Patricia Postado em Novidades

Os cinco sentidos do corpo humano também dão sentido às vendas no mercado imobiliário. A utilização do conceito de marketing sensorial pode alavancar os negócios do setor a partir de verdadeiras experiências proporcionadas ao público.

A estratégia, muito utilizada no ramo alimentício ou de cosméticos é uma boa alternativa também para o comércio de imóveis,  despertando a curiosidade do consumidor que vai associar a marca a uma sensação boa, possibilitando o investimento do comprador.

As lojas conceito, que buscam transmitir a identidade da marca, dão preferência ao marketing sensorial, que aos poucos vai ganhando o mercado de varejo, e agora, o imobiliário. Explorar a modalidade é investir em som ambiente, por exemplo, ou ainda, outras alternativas que despertem sentidos como o tato e a visão. Na hora da aquisição de um imóvel, a aparência dele é senão o mais, um dos mais importantes fatores, e para isso a apresentação do empreendimento deve ser impecável. O segredo está em aliar maneiras empíricas ao simples ato de olhar.

Uma medida inovadora, é a da Maena, especialista em arquitetura corporativa e design, que, desenvolveu para a Cyrela São Paulo o estande de vendas do empreendimento Thera Faria Lima, no bairro Pinheiros da capital paulista. O conceito do estande é transportar o comprador para o futuro endereço criando um circuito de experiências no espaço.

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Por ser o primeiro investimento do Grupo Pão de Açucar no ramo imobiliário, o marketing foi a alternativa mais confiável para demonstrar o diferencial da obra. O plantão de vendas localizado na rua Faria Lima prepara a visão do visitante em um túnel imersivo, em forma curva e baixa luminosidade. Em seguida o comprador entra numa caixa de vidro com pé direto duplo e percorre uma galeria. Em forma museográfica estão expostas imagens, vídeos e maquetes para a compreensão total do empreendimento. Uma área arborizada leva aos quatro modelos de salas e apartamentos do projeto.

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nov
2011

Financiamentos imobiliários crescem mais de 1500%

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Postado por Patricia Postado em Mercado, Notícias, Pesquisas

O departamento de Marketing da Caixa Econômica Federal apontou o resultado inédito de ações relacionadas ao mercado imobiliário: o banco prevê encerrar o ano com R$90 bilhões em financiamentos imobiliários no País.

O número dá um salto se comparado com o ano de 2003, quando foram aportados financiamentos que somaram R$ 5,5 bilhões. De acordo com a instituição, foram realizadas pesquisas para compreender o aumento da modalidade, que apontaram que, há menos de uma década, existia o receio da população em assumir parcelas de financiamento. O número de pessoas que evitavam financiar imóveis era de até 80%, hoje, na casa dos 50%, com tendências de queda.

financiamento

Para o setor de marketing da Caixa, a confiança do consumidor atualmente está na estabilidade da economia brasileira. O Estado do Paraná, por exemplo, é responsáel por R$6,5 bilhões de financiamentos, graças também ao programa federal Minha Casa, Minha Vida.

Entre as estratégias e ações de marketing da Caixa Econômica Federal, estão o reposicionamento do banco como uma das 20 marcas mais valiosas do Brasil, graças a regionalização da mídia. Atualmente, a Caixa investe pelo menos 30% da fatia destinada para a mídia em publicidade regional.

* Com informações de O Diário

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out
2011

Rossi inova com ação de marketing imobiliário

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Postado por Patricia Postado em Mercado, Notícias, Novidades

A Rossi, nossa cliente, inovou mais uma vez com a divulgação de seus empreendimentos utilizando um ritual do café da manhã brasileiro: o saco de pão.

Consagrada como uma das principais incorporadoras e construtoras nacuionais, a Rossi adotou a estratégia para divulgar empreendimentos na cidade de Uberlândia, em Minas Gerais: Rossi Piazza e Rossi Mais Cidade Jardim.

A ação foi lançada essa semana e irá distribuir três mil sacos de pães em dez padarias localizadas em bairros próximos dos projetos. Além de uma iniciativa inédita, o marketing também utiliza medidas sustentáveis, já que os sacos são desenvolvidos em papel biodegradável. A campanha é estrelada por Ivete Sangalo. Confira a embalagem:

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