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Posts com a Tag ‘Estudo de mercado’

abr
2010

Saiba as tendências de comportamento dos jovens “Real-Time”

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Postado por Patricia Postado em Mercado, Notícias, Pesquisas

capa

Ninguém precisa dizer, porque todo mundo já tem conhecimento: a juventude hoje não é mais nem parecida com a de alguns anos atrás. Com a massificação da internet, da tecnologia e de outros meios de comunicação, os jovens do século XXI são mais atualizados, cada dia mais independentes e, assim, precoces. Chama-se, inclusive, esses “novos jovens” de Geração Y.

Pensando nessa nova geração, Dan Pankraz, que é especialista em planejamento para o público jovem da DDB, publicou um texto com as 10 mais significantes tendências de comportamento dessa parte da população – de 20 e poucos anos.

A base desses pontos foi obtida através de um estudo conduzido por Marian Salzman, que é presidente da Euro RSCG Worldwide PR.

Pankraz chama esse grupo de Real-Time Generation, ou seja, a geração do tempo real. Essas são pessoas com algumas características bem diferentes das gerações anteriores.

De acordo com o profissional, essas informações são essenciais não só para profissionais de marketing e comunicação, mas também para qualquer um que precise lidar com esse tipo de público – agora e daqui pra frente.

Confira as 10 maiores tendências dos jovens:

1. Expectativas em tempo real
Virtualmente, ninguém nos seus 20 e poucos anos em um país desenvolvido conhece a vida sem a comunicação instantânea. Eles se conectam com seus amigos em tempo real, sem esperar pelo correio ou até mesmo pelo e-mail. As notícias – tanto do mundo quanto dos seus amigos – vêm em um feed ao vivo (RSS, tweets e atualizações no Facebook) direto de onde ocorreram. Quando precisam de informação, encontram tudo online, em abundância. Por isso mesmo, os livros não são muito comuns nas suas vidas.

2. Vida local mais intensa
Um paradoxo da tecnologia em tempo real sem fronteiras é a maneira como ela reforça as conexões locais. Com os novos aparatos tecnológicos, os jovens fazem amigos que vivem próximos e recebem mensagens de empresas da vizinhança oferecendo promoções. O local é o novo global, diz Pankraz e, para ninguém mais isso é tão verdadeiro como para o pessoal de 20 e poucos anos.

3. Transparência radical
Esse grupo cresceu com a TV mostrando a realidade e um culto radical às celebridades. Eles presenciaram a mídia entrando cada vez mais na vida dos famosos. Eles passaram suas vidas em uma cultura do ‘vazamento’ de informação no seu nível mais alto. Trata-se de um mundo onde até os mais grandiosos confessam erros e mostram suas emoções a milhões de espectadores. Esses jovens constantemente usam tecnologias que os deixam ‘nus’ – às vezes até literalmente – em frente dos amigos. Eles sabem que nada online é confidencial. Essa geração é muito mais transparente sobre seus pensamentos, sentimentos e ações do que qualquer geração anterior.

4. Expectativa por tudo barato ou gratuito
A globalização barateou muitas coisas essenciais. Esses jovens conseguem se alimentar e se vestir com um custo incrivelmente baixo. Além disso, a internet traz música, software, programas de TV e todo tipo de conteúdo a preço zero. Uma das principais e mais poderosas marcas do mundo, o Google, oferece diversos serviços poderosos sem nenhum custo para o usuário.

5. Demanda por entretenimento
Em alguns lugares do mundo, particularmente no ocidente, o entretenimento tem sido parte essencial da educação. Esses jovens cresceram assistindo a programas baseados na diversão – como os desenhos animados, por exemplo –, experimentaram gráficos interativos na sala de aula e nos museus – o que é uma abordagem muito apoiada pelos pesquisadores – e passaram muitas horas jogando videogames. Essa demanda por entretenimento, ao contrário das gerações anteriores – os acompanhará – seja na faculdade, no trabalho ou em outras situações.

6. Preocupação com o planeta
Os jovens vêm de uma época com crescente número de reportagens sobre o que há de errado com o planeta. Verdades inconvenientes sobre mudanças climáticas, espécies desaparecendo, destruição dos habitats e falta de água têm sido assunto diário pra eles.

7. Visão do luxo como padrão
As ferramentas básicas de um jovem de 20 e poucos anos são um verdadeiro luxo se comparadas aos padrões das gerações anteriores. Sejam eles ou seus pais os responsáveis por pagar a conta, o pessoal de 20 e poucos anos de países desenvolvidos têm, em média:

• Um smartphone de cerca de $100 mais as taxas mensais de assinatura.
• Um computador de pelo menos $300 mais as taxas mensais de conexão banda larga.
• Uma TV wide-screen de pelo menos $300 mais as taxas de TV a cabo.
• Alta educação, até onde conseguem ir.

8. A favor dos negócios. Contra as multinacionais
Os jovens de hoje não compartilham as ideologias contraculturais que impulsionaram seus pais. Eles cresceram em um ambiente em que o mercado livre foi reverenciado e distribuiu os bens de consumo. Esse pessoal não é anti-corporações. Alguns deles até fundaram algumas delas, como o Google, por exemplo. Mas eles não gostam muito de empresas multinacionais.

9. Contra a parcialidade da mídia
A mídia em 2010 é imensamente maior do que foi em 2000. Cada vez mais várias novas fontes estão disponíveis em qualquer lugar, pra qualquer pessoa, a qualquer hora. Não é de se espantar que, segundo o estudo, 70% dos jovens tem acesso a notícias através da internet. Toda essa escolha, mais o crescente nível educacional que traz um entendimento maior das coisas, faz desses jovens conhecedores da parcialidade da mídia. Outro dado da pesquisa: 70% disseram que as mídias de notícias deveriam ser reguladas para que ajam de forma independente – sem ligação ao estado ou às empresas.

10. Naturalmente EU, aspirando pelo NÓS
Os jovens estão acostumados à auto-expressão, auto-estima, computadores pessoais, perfis pessoais, características personalizadas e marketing pessoal. Seja em culturas altamente individualistas (ex: EUA) ou mais coletivistas (ex: China), as empresas vem prosperando por permitir que as pessoas se expressem. Culturalmente e comercialmente, o pessoal de 20 e poucos anos foi sempre incentivado a ser mais egoísta do que seus antecessores. Ainda, eles estão todos cientes de que todo mundo que busca objetivos egoístas cria problemas para o planeta. Os integrantes dessa geração se encontram entre o impulso de fazer o que quer sozinho e o desejo de fazer a coisa certa em conjunto. Ou então, entra em questão a seguinte observação: ‘Todo mundo quer salvar o planeta, mas ninguém quer ajudar a própria mãe a lavar a louça’.

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fev
2010

Saiba como o Twitter pode servir à pesquisa de marketing

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Postado por Patricia Postado em Novidades

Recentemente a Associação de Pesquisa de Marketing dos EUA fundou um blog, e nele você pode encontrar vários posts interessantes. Em um deles Brian P. LoCicero, membro da entidade, conta sobre sua recente experiência no Twitter:

- Eu era cético porque as pessoas insistiam em me dizer que o Twitter é para “os jovens” e que eu provavelmente não ia entender nada com a minha nem-tanto-avançada idade de 43 anos.

Ele também conta como o Twitter foi útil para si. Descobriu que o Twitter é um grande canal de fatos e factóides sobre pesquisa de marketing, lançamento de novos produtos, propaganda engraçada, a visão do consumidor final sobre produtos e serviços, links para artigos interessantes na web e uma nova gama de contatos que demoraria anos para ganhar em conferências. Ele dá algumas dicas para quem está se aventurando no Twitter.

- Preencha suas informações do perfil, caso contrário as pessoas ignorarão você por não saber quem você é. Podem até confundí-lo com emissor de spam.

- Comece seguindo poucas pessoas, entre 30 e 40. Depois que você se acostumar com isso pode seguir mais pessoas sem se atrapalhar.

- Se você viu algo interessante, use a ferramenta de retweet. Ela passa o tweet que você gostou para todos os seus seguidores. Fazendo isso você pode ganhar alguma aceitação do postador original e ainda se promove como fornecedor de conteúdo interessante para os seus seguidores.

- Pesquisar na web sobre pessoas interessantes a seguir pode ser difícil, por isso Brian fez algumas sugestões: lista de pessoas que falam sobre pesquisa de marketing e outra lista. Ele fez uma lista pessoal de pessoas que acha interessante, clique aqui para ver.

A Associação de Pesquisa de Marketing dos EUA foi fundada em 1954 e também tem um Twitter, clique aqui para visitar. Ela é sediada em Glastonbury e conta com mais de 3mil membros internacionalmente.

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jan
2010

Estudo: tecnologia muda hábitos de clientes no varejo

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Postado por Patricia Postado em Mercado, Notícias, Pesquisas

varejo

Os consumidores estão abraçando a internet, os telefones móveis e outras tecnologias para encontrar formas de mudar a maneira de fazer compras. Para atender essas demandas e não perder espaço, as redes varejistas têm respondido com promoções e ofertas cada vez mais personalizadas. Estas afirmações fazem parte de um estudo divulgado, na semana passada, pela IBM em sua National Retail Federation Annual Convention and Expo 2010, evento que ocorre em Nova York.

Baseado em entrevistas com 32 mil consumidores em seis países, o levantamento revela que compras baseadas em conhecimento tecnológico não são mais apenas um nicho. A surpresa do estudo é que o uso da tecnologia era mais pronunciado em mercado de crescimento elevado como Ãndia, China e Brasil que em mercados mais estabilizados como Estados Unidos, Canadá e Reino Unido.

Mas como os consumidores querem usar essas tecnologias? O estudo revelou o seguinte:

- 79% quer usar os sites para acessar e imprimir cupons;
- 75% dos entrevistados desejam utilizar os celulares para encontrar onde estão as lojas mais próximas;
- 66% gostaria de saber quais mercadorias estão em estoque antes de chegarem a algum ponto de venda.

Além disso, 78% dos consumidores disseram que contribuiriam ou co-criariam com os varejistas por meio de feedbacks relacionados ao design do produto, por exemplo. Mostra também que as fabricantes estão cada vez mais aderindo a análise das informações dos clientes, principalmente as publicadas em redes sociais como Facebook ou Twitter.

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nov
2009

Surfando em cima da mídia

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Postado por Patricia Postado em Notícias

revista_demolisurf_

Com criatividade, praticamente todos os espaços podem virar mídia. Um bom exemplo disto é uma ação para promover a revista de surf Demolicion: foram usadas as escadas rolantes de um shopping para proporcionar a sensação de estar surfando.

É bom lembrar que para executar campanhas como está é importantíssimo indentificar os hábitos e comportamento de consumo do público em questão. Sendo assim, as pesquisas de mercado tornam-se as grandes aliadas deste tipo de ação. Afinal, cada consumidor busca sensações diferentes.

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nov
2009

Corporações e causas socias

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Postado por Priscilla Postado em Novidades

Um recente estudo* apresentou resultados sobre o comportamento dos consumidores frente empresas que ajudam causas sociais ou prezam pelo meio ambiente, e mesmo com o processo da recessão ainda vigorando em muitos paises, 57% dos consumidores entrevistados confirmaram que trocariam (e pagariam a mais) por marcas que são ecologicamente corretas.

Este numero atingiu seu ápice no Brasil, cuja população concordou em 83%! O Brasil também esta’ na frente quanto o assunto e’ trabalho voluntário. 61% dos participantes disseram que pretendem se envolver com causas sociais no próximo ano.

A pesquisa também revelou que os consumidores, de maneira geral, estão mais abertos para mudarem hábitos de consumo que resultem numa ação benéfica ao meio ambiente. Um dos exemplos mais citados e’ troca de carro luxuosos por carros ecológicos ou com fontes de energia renováveis.

Esta ‘eco’ tendência só tem de ganhar notoriedade e atenção das empresas e consumidores em geral nos próximos anos, contudo a grande preocupação e’ em relação as marcas que usam esta estratégia somente para ganhar mercado.

Se um empresa for ampliar, e comunicar, seu lado social, isso precisa ser extremamente articulado. Não basta apenas doar dinheiro para se ganhar isenção fiscal, mas todos os funcionários devem ter conhecimento e participação nesta ação conjunta

Acredito que de agora em diante qualquer empresa deveria ter um departamento somente ligado as causas sociais ou meio-ambientes (assim como existe RH, Jurídico, etc.) pois só assim os atividades sociais ganharão voz dentro da corporação.

Priscilla Ortiz
http://priortiz.wordpress.com/

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