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Posts com a Tag ‘Pesquisa de mercado imobiliário’

ago
2010

Censo Imobiliário mostra os bairros mais procurados da Capital gaúcha

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Postado por Patricia Postado em Mercado, Notícias, Pesquisas

Procurar um imóvel em Porto Alegre é sempre é uma tarefa árdua. Você vasculha sites, jornais, prédios… sempre em busca do melhor custo x benefício para o bairro que pretende-se morar. Normalmente, a procura é maior por aqueles bairros centrais e tradicionais. Mas não foi isso que o último Censo Imobiliário mostrou.

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Divulgado na última terça-feira (03/08) pelo Sinduscon-RS (Sindicato das Indústrias da Construção), o Censo revelou que o investimento na construção de imóveis se distribuiu, nos últimos dois anos, em bairros antes menos procurados, como Lomba do Pinheiro, Agronomia e Santo Antônio.

Petrópolis, Menino Deus e Higienópolis, entre outros, continuam concentrando grande volume de empreendimentos, mas a oferta começa a se espalhar.

Porto Alegre

– A escassez de terrenos e o crescimento na demanda fazem com que os empreendedores busquem novas áreas com um custo favorável para fazer investimentos. Isso explica os bairros planejados em Porto Alegre, além da ocupação de áreas antes consideradas de baixo valor imobiliário – afirmou o presidente do Sinduscon-RS, Paulo Garcia.Ainda conforme o levantamento, houve queda de 8,8% no número de empreendimentos em oferta e de 9,48% no número de unidades à venda em relação a 2009.

O Sinduscon prevê também que a indústria entregue, em 2010, 6 mil novas unidades, alta de 8% em relação a 2009.

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jul
2010

A ideia que quase ninguém pensou, menos a Ikea

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Postado por Patricia Postado em Mercado, Notícias, Novidades

Boas ideias quase todo mundo tem. Mas tem algumas que a gente para e pensa: “como eu nao pensei nisso antes?

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Esse é o exemplo da última campanha da Ikea, uma empresa escandinava fabricante de móveis e acessórios.

Dessa vez, o alvo foi a inauguração da primeira loja na pequena Malmö, cidade portuária da Suécia. Eles simplesmente fizeram aquilo que todo publicitário gostaria de fazer: mudar o uso de uma ferramenta instituída para gerar boca a boca.

A campanha foi tão bem aceita que extrapolou as fronteiras da cidade e ganhou repercussão internacional.

Vejam o vídeo abaixo e entendam o sentimento “como eu não pensei nisso antesâ€.

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jul
2010

Como será sua cidade no futuro? Perspectiva de Los Angeles para 2030

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Postado por Patricia Postado em Notícias, Novidades

A revista Newsweek e a Sprint, uma rede de telefonia dos EUA, pediram a três estúdios de arquitetura de vanguarda para projetar o futuro urbanístico de Los Angeles, uma das cidades mais importantes do mundo. O escritório do arquiteto Michael Maltzan, um dos mais badalados na Califórnia, deu uma boa olhada sobre a cidade e apresentou na última semana suas visões para o ano de 2030.

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Um dos aspectos mais notáveis está na forma como o município se desenvolveu historicamente. Como Los Angeles é uma metrópole que cresceu horizontalmente e chegou aos seus limites, está na hora de começar a se verticalizar. Mas, na ótica de Maltzan, nada de bagunça. Ele propõe que seja construído um novo nível de rua, acima dos prédios já existentes, criando um novo plano, com espaços verdes e áreas residenciais.

No futuro, ainda na visão de Maltzan, os limites entre trabalho, casa e lazer vão se misturar e, muito provavelmente, se fundir. E isso irá afetar todo o cotidiano das fábricas urbanas ou da vida corporativa. Novos escritórios devem ser abertos e serão mais interativos, permitindo que existam mais oportunidades para reuniões ao ar livre. Confira mais sobre o projeto de Maltzan e sobre os outros dois (em inglês) clicando aqui.

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jul
2010

Móveis flexíveis para pequenos espaços

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Postado por Patricia Postado em Mercado, Notícias, Novidades

Com os espaços de moradia cada vez menores, um novo ditado é posto em prática: pequenos espaços, grandes ideias. E é isso que veremos neste post.

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Uma empresa americana (mais especificamente de Nova York) foi brilhante na hora de pensar e produzir móveis para esses espaços.

A Resource Furniture é uma empresa que está se especializando na hora de pensar que pouco pode ser muito. Eles criaram uma série de móveisflexíveis“, que se adaptam à restritos espaços, encaixando-se, dobrando-se e se transformando, criando outros móveis.

No vídeo abaixo, você confere uma parte dessas criações:

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jul
2010

Classe A é baixa renda na hora de comprar imóvel

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Postado por Patricia Postado em Mercado, Notícias, Pesquisas

E mais uma vez você se pergunta: “Como assim? A classe A não é aquela que tem maior poder aquisitivo? Como ela pode ser baixa na renda?” Pois é, mas é isso mesmo.

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No mercado imobiliário, o valor das aquisições pode comprometer uma parcela significativa da renda das famílias, com questões que vão desde a capacidade de endividamento até o preço do metro quadrado. Todos esses fatores, neste momento, pesam muitos mais do que as divisões tradicionais de classe social.

A segmentação social do país, utilizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), serve apenas como uma bússola para as empresas do mercado imobiliário. A pesquisa ajuda as construtoras a definir o tipo de empreendimento que deve ser lançado em determinado bairro ou cidade. “Utilizamos a classificação como um georreferenciamentoâ€, afirma Ubirajara Spessotto, diretor geral da Cyrela.

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Quando chega a hora de vender o apartamento, no entanto, a tabela do IBGE é posta de lado. Entram critérios mais realistas, na opinião de muitos. Uma pessoa que ganha R$ 3 mil é considerada classe B2 pelo instituto, mas só consegue adquirir um empreendimento denominado de baixa renda ou super econômico, que custa até R$ 130 mil, da EZTEC.

De R$ 130 mil até R$ 200 mil, são os imóveis voltados para a classe média baixa, que podem ser comprados apenas por quem tem renda equivalente à de classe média alta, segundo o IBGE, que é a partir de R$ 4,5 mil. Já no caso de um imóvel de R$ 500 mil, a família precisa receber acima de R$ 14mil, considerada A1 pelo Critério Brasil, classificação usada pelo IBGE.

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Segundo Antônio Emílio Fugazza, diretor de relações com investidores da empresa, os empreendimentos da construtora custam de R$ 90 mil a R$ 3 milhões. “Grande parte dos nossos clientes compra ainda na planta. Aí, paga 30% para a EZTEC e o restante financia com bancos. As parcelas não podem passar de um quarto do salárioâ€, afirma.

Nós, da 2Day Pesquisas, somos especialistas em pesquisas no setor imobiliário. Utilizando o sistema de Desk Research, a 2Day possui profissionais qualificados para coleta e compilação de informações disponíveis para seu projeto, usando como fonte os dados do próprio cliente e dados externos, tais como IBGE, Entidades de Classe, Associações, Fundações, etc.

Nós ajudamos a sua empresa a encontrar nos dados já existentes material relevante para tomada de decisão do gestor, organizando de maneira adequada e de fácil visualização. Este trabalho oferece inúmeros benefícios, agregando conhecimento para estudos em andamento e reduzindo significamente custos operacionais.

CONHEÇA TODOS OS SERVIÇOS DA 2DAY AQUI.

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jul
2010

Pesquisa utilizando Google Maps mostra dados sobre internet 3G no Brasil

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Postado por Patricia Postado em Mercado, Notícias, Pesquisas

Qual o melhor serviço de internet 3G do Brasil? Esta é uma pergunta difícil de ser respondida, já que a qualidade do sinal varia de cidade para cidade e até mesmo de bairro para bairro. Mas foi na tentativa de trazer mais informações pra os brasileiros que o carioca e técnico em informática Gabriel Subtil criou o Sinal3G, um site que utiliza a plataforma do Google Maps para que usuários de pacote de dados em todo o país possam relatar suas experiências com o serviço de forma rápida e gratuita.

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Desde o início do ano, Gabriel está encorajando os visitantes do site a responder algumas perguntas como velocidade contratada, estabilidade do sinal e preço cobrado pelo serviço no local onde residem. O resultado foi um banco de dados com informações de mais de 1500 voluntários espalhados por todos os estados do Brasil.

Apesar de pequena, a amostra conseguiu levantar algumas informações bastante interessantes: 29% dos participantes consideram o sinal 3G ruim onde moram, contra 8% que consideram o sinal muito bom. Apenas 15% dos entrevistados usam o 3G para acessar a internet pelo celular. O restante usa o 3G para conexão no computador, o que pode indicar uma deficiência na rede de banda larga em cidades menores (52% dos participantes não moram nas capitais de seus respectivos estados).

Você pode conferir a pesquisa completa aqui e relatar suas próprias experiências com o sinal 3G aqui.

A 2Day Pesquisas também realiza esse tipo de serviço.

Confira todos os nossos serviços aqui.

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jun
2010

Conheça o Redimob: tecnologia e interação no setor imobiliário

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Postado por Patricia Postado em Mercado, Notícias, Novidades

Não tem como fugir. A internet, hoje em dia, é a maior facilitadora de negócios, inclusive no setor imobiliário. Através de portais, sites, redes sociais, e-mails e outras ferramentas do mundo virtual, é possível firmar contatos fundamentais para o sucesso profissional. É neste contexto que foi lançado hoje, quarta-feira, dia 16, o Redimob.

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O Redimob é um projeto inovador no Brasil. Reúne conteúdos voltados ao setor imobiliário, classificados e possibilita a interação dos participantes.  Atende aos interesses de corretores de imóveis e profissionais que atuam no setor e também cria um ambiente de relacionamento destes com a sociedade.

No Redimob, cada pessoa cria o próprio perfil e pode contribuir com a produção de conteúdos, comentar o que está publicado, convidar contatos para participar e encontrar amigos e/ou possíveis parceiros de negócios.

A estrutura do Portal é composta por pessoas que, através de suas participações, comentários, relacionamentos e contribuições, formam a rede.

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Conteúdo sobre o mercado imobiliário

O Redimob também possui uma equipe de profissionais da área de comunicação, como jornalistas e publicitários, responsáveis por elaborar conteúdos. O Portal traz reportagens e entrevistas exclusivas sobre assuntos do setor imobiliário. Além disso, reproduz as principais reportagens publicadas em outros veículos.

No Portal ainda estão disponíveis: agenda com os principais eventos do ramo imobiliário, área com links para as principais leis sobre o assunto, produções científicas e blogs.

Interação e Inovação

O Redimob busca a interação permanente com os usuários. Através da participação do público que acessa o portal, o conteúdo está sempre em aprimoramento, conforme as necessidades dos internautas. As novidades aparecem conforme a participação da comunidade Redimob.

Abaixo, em vídeo, você conhece mais do projeto:

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jun
2010

Os projetos imobiliários para a nova classe média brasileira

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Postado por Patricia Postado em Mercado, Notícias, Novidades

O mercado imobiliário investe cada vez mais em projetos que cabem no bolso de quem planeja sair do aluguel. São financiamentos com parcelas menores e prazos mais longos de pagamento. O cenário se deve à estabilidade econômica e à melhora na renda dos brasileiros. Unidades têm dois quartos e variam de 48 a 60 metros quadrados, com área de lazer completa. A maioria dos empreendimentos se encaixa no ‘Minha Casa, Minha Vida’, mas há oferta para unidades acima de R$ 130 mil.

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Algumas partes do Brasil já recebem empreendimentos para beneficiar a nova classe média brasileira. Segundo a superintendente da Caixa Econômica Federal, Nelma Tavares, construtoras que antes criavam exclusivamente projetos voltados às classes média e alta passaram a investir no segmento econômico popular. Algumas empresas lançaram braços populares, como a RJZ Cyrela, com a Living, e a Gafisa, que adquiriu a Tenda.

“De uns tempos para cá, construtores entenderam que este público também é exigente e criaram projetos com mais recursos. Os apartamentos terão dois quartos, sendo uma suíte, varanda, fachada revestida e uma grande área de jardim†descreve Ariovaldo Rocha Filho, diretor da Basimóvel.

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Para Bruno Teodoro, diretor da Estrutura Consultoria — correspondente imobiliário da Caixa —, os bancos também têm linhas de financiamento adequadas ao novo perfil de clientes.

“O Santander também flexibiliza os juros e o valor dos seguros MIP (Morte e Invalidez Permanente) e DFI (Danos Físicos ao Imóvel), obrigatórios na operação imobiliáriaâ€, acrescenta Bruno Teodoro.

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abr
2010

Capitais registram aumento nos preços de imóveis

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Postado por Patricia Postado em Mercado, Notícias, Pesquisas

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Um crescimento consequentemente natural. Pesquisas de mercado apontam que foram nas capitais os maiores aumentos dos preços de imóveis nos últimos anos.

“A abertura do capital de um grupo grande de empresas fez com que elas se deslocassem desse eixo sudeste e buscassem outros mercados como o nordeste e o norte. Elas estão com dinheiro e pressionadas para mostrar resultadoâ€, diz a consultora Ana Maria Castelo, da FGV.

Influências regionais

Além dos fatores que favorecem o aquecimento do mercado imobiliário nacional, muitas regiões sobrevalorizadas têm peculiaridades, como o Rio.

No Rio de Janeiro, o valor para venda de um imóvel de dois quartos em Copacabana subiu 220,45% entre 2000 e 2009, segundo dados do Centro de Pesquisa e Análise da Informação do Sindicato da Habitação do Rio. No mesmo período, o preço do mesmo perfil de imóvel para locação subiu 137,04%.

Em janeiro de 2010, comprar um apartamento de um quarto no mesmo bairro estava 48% mais caro do que no mesmo mês do ano passado.

“No Rio, hoje já se vive uma expectativa bastante favorável em relação à Copa e às Olimpíadas. Toda a infraestrutura que o governo vai fazer para esses eventos de alguma forma já valoriza os empreendimentos existentes na região e os novosâ€, diz o vice-presidente da Associação Brasileira das Administradoras de Imóveis (Abadi) Fernando Schneider.

Entre os futuros empreendimentos que impulsionam a valorização de imóveis, ele destaca o anel rodoviário, metrô para a Barra da Tijuca, as melhorias na Linha 2 do metrô, a revitalização da Zona Portuária e os projetos de segurança, como Unidades de Polícia Pacificadora (UPP) implementadas nas comunidades.

“Só de anunciar a construção de um projeto já valoriza (a região)â€, diz Schneider.

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Bairro caro

Em Brasília, a origem dos picos de valorização imobiliária – que chegam a 50% em cerca de um ano – também tem a influência de um empreendimento: o setor Noroeste, novo bairro que está sendo construído nos limites do Plano Piloto destinado às classes A e B e cuja venda de terrenos é gerenciada pela empresa pública Terracap.

“É um bairro diferenciado, um bairro novo, e o preço das projeções do lote já saiu elevado. Esses lotes são bastante cobiçados e disputados pelas empreendedoras e acaba virando uma espécie de leilão, quem dá mais leva. Então ele já sai com um preço elevadoâ€, diz José Geraldo da Silva, do Sindicato dos Gestores e Técnicos Corretores de Imóveis do Distrito Federal.

“Na minha opinião, vai chegar um ponto em que o mercado é que vai dar uma disciplinada nessa confusão toda, mas não dá para saber quando isso vai ocorrerâ€, diz.

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São Paulo

Na capital paulista, a escassez de terrenos também estimula um clima de “leilão†entre as grandes construtoras e incorporadoras, que disputam os melhores espaços e elevam fortemente o custo de novos lançamentos.

“O grande fator que produz esse acréscimo de valor de imóvel é de termos um zoneamento muito restritivo. Ao adquirir um terreno a sua capacidade de construção é relativamente pequena, o que encarece os empreendimentosâ€, diz Flávio Prando, vice-presidente de Habitação do Secovi-SP.

No Morumbi, segundo a Fernandez Mera Negócios Imobiliários, o preço do metro quadrado saltou de R$ 2.800 para R$ 3.700 em dois anos. “E é um bairro onde há bastante oferta”, diz Sérgio Canton, da Fernandez Mera. Em cinco anos, o preço mais que dobrou no Morumbi e em Campo Belo. Há valorização também em bairros industriais que começam a ser usados para habitação, como a Vila Leopoldina e a Mooca.

“Eu acredito que, do ponto de vista de habitação, estamos chegando muito próximo ao limite de preço, que aumentou nos últimos anosâ€, explica Luiz Paulo Pompéia, diretor da Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio (Embraesp). “Mas a tendência é de que o mercado se estabilize nesses valores ainda por um tempo maior“, diz.

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