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Posts com a Tag ‘Pesquisa de Mercado’
2010
Sampling brasileiro de produtos gratuitos conquista mais marcas
Tags: amostra grátis, cadastramento de clientes, compilação de informações, Experiência do consumidor, opinião do consumidor, opinião pública, Pesquisa de Mercado, pesquisa de qualidadePostado por Patricia Postado em Mercado, NotÃcias, Novidades
Há algum tempo, nós já falamos aqui no blog sobre essa nova “modalidade” de mercado – o chamado sampling. O Sample Central é a “filial” brasileira das lojas que oferecem produtos gratuitos para seus clientes.

O conceito de loja com produtos grátis para os consumidores e como fonte de pesquisa para a indústria chegou para ficar no paÃs. O sucesso pode ser medido pelos números que a Sample Central exibe mesmo antes de abrir as portas, no dia 29 de junho, em São Paulo. A primeira franquia da rede internacional já tem 16 mil pessoas cadastradas para experimentar 220 produtos que estão nas prateleiras da loja.
Nestlé, Kraft, Unilever, Danone, Avon, Sadia, Hypermarcas e Seara são as principais das cerca de 60 empresas que já adeririam ao formato “tryvertising“, do inglês try (teste) + vertising (advertisign, propaganda). Há desde café e adoçante até um test drive com um carro da Nissan, passando por chocolates, lasanha, desodorantes, cosméticos, camisinha, sopa, biscoito e sabão em pó.

O que estas marcas buscam é testar seus produtos de forma rápida e eficiente, o que vai de uma embalagem diferente até um novo sabor. É um modelo de sampling inovador porque, ao invés de simplesmente distribuir o produto, a indústria consegue saber exatamente o perfil de quem experimentou e se gostou ou não, uma vez que o consumidor cadastrado na Sample Central responde a uma pesquisa. Isso, com cerca de 500 amostras reais. Bem diferente de ações tradicionais que chegam a distribuir até um milhão de produtos e que demandam uma pesquisa maior sem a certeza de que a pessoa experimentou o produto.
O marketing digital e Viral é a grande aposta da Sample Central Brasil para conquistar “clientes” que pagam uma anuidade de R$ 15,00 para ter acesso aos produtos. Para a inauguração são esperadas cerca de três mil pessoas que já agendaram sua visita à loja. O perfil é o mais amplo possÃvel, com pessoas a partir de 15 anos, das classes ABC, representantes de mais de 70% do poder de consumo do Brasil. Se depender dos números iniciais, a operação brasileira tem tudo para chegar, em pouco tempo, ao número de associados que tem Tókio, a primeira unidade da rede, com 1,7 milhões de pessoas em quatro anos.
A 2Day possui profissionais qualificados para coleta e compilação de informações disponÃveis para seu projeto, usando como fonte os dados do próprio cliente e dados externos, tais como IBGE, Entidades de Classe, Associações, Fundações, etc.
Nós ajudamos a sua empresa a encontrar nos dados já existentes material relevante para tomada de decisão do gestor, organizando de maneira adequada e de fácil visualização. Este trabalho oferece inúmeros benefÃcios, agregando conhecimento para estudos em andamento e reduzindo significamente custos operacionais.
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2010
O Brasil mais verde
Tags: marcas verdes, Pesquisa de merca, Pesquisa de MercadoPostado por Priscilla Postado em Pesquisas
A quinta edição da Green Brands Survey entrevistou mais de 9.000 pessoas em oito paÃses, dentre eles o Brasil. A pesquisa identificou tendências emergentes relacionadas com a percepção do consumidor e comportamento de compra de produtos “verdes”.
Em 2010, os resultados indicam que paÃses emergentes como China, Ãndia e o Brasil são os mais dispostos a pagar a mais por produtos green.
O interesse pelo meio ambiente e sustentabilidade parece estar aumentando em todo o mundo. O important é que as empresas devem não só desenvolver estratégias ambientais para tratar dos impactos globais, mas também precisa ser capaz de se conectar com os consumidores de uma forma atraente e relevante.
Uma das tendências reconhecidas no estudo e’ que a consciência ambiental em empresas continua a ser um atributo importante para amplificar relação marca e consumidores.
Outra oportunidade verificada e’ em relação ao papel das empresas como fornecedores de informações úteis (ex. dicas de preservação, reciclagem, etc) para os consumidores.
Dados relevantes sobre o Brasil:
>> 72% dos entrevistados disseram que e’ importante marcas estarem associadas ‘a campanhas de preserção do ambiente
>> 91% disseram que ‘green ads’ ajudam-os na decisão de compra.
Top 10 Empresas Green no Brasil

Este chart mostra que os consumidores estão mais preocupados com meio-ambiente que a economia.

Por Priscilla Ortiz: EyeCatcher
2010
Produtos grátis em troca de opinião. Simples, não é?
Tags: amostra grátis, cadastramento de clientes, compilação de informações, Experiência do consumidor, opinião do consumidor, opinião pública, Pesquisa de Mercado, pesquisa de qualidadePostado por Patricia Postado em Mercado, NotÃcias, Novidades, Pesquisas
“Satisfação garantida ou seu dinheiro de volta“. Você já deve ter ouvido (e muito) falar esse bordão, normalmente televisivo, muitas vezes por aÃ. Comprar um produto “novo” ou “inovador” é difÃcil. Às vezes, o receio é tão grande de adquirir este tipo de produto, que você acaba nem comprando-o. Porém, isso tudo está mudando. A partir deste mês, em São Paulo, essa experiência se tornará mais fácil com a abertura de duas lojas que oferecerão produtos gratuitos aos consumidores ao custo de uma anuidade simbólica – em troca apenas da opinião de quem o levou para casa.

E o primeiro a realizar esta experiência e abrir suas portas para o público será o Clube Amostra Grátis. Nele, o cliente, após pagar uma taxa anual de R$ 50 para se cadastrar e fazer parte do “Clube“, tem direito de adquirir até cinco produtos por mês. E o “cardápio” de produtos é variado: vai desde roupas, calçados e bolsas, até alimentos, bebidas, cosméticos e produtos de entretenimento. Em casa, eles têm até sua próxima visita à loja para responder a um questionário pela web.
Eletrônicos e produtos com maior valor poderão ser testados na própria loja. Preencher o cadastro deles – em casa ou no próprio estabelecimento – rende pontos que podem aumentar o limite de retirada no futuro. “É um modelo de negócios que estava faltando em São Paulo. A pessoa leva o produto para casa como um todo, não vê só a amostraâ€, diz o empresário Luiz Gaeta, um dos donos do negócio. Os futuros “sócios†do clube já podem fazer seu pré-cadastro pela internet – a loja abre oficialmente no dia 11 de maio.
Com previsão de abertura no fim de junho, a Sample Central, franquia de uma rede japonesa, também já está em fase de pré-cadastramento. Nela, os clientes pagarão uma taxa de R$ 15 por ano para levar, em cada visita, cinco produtos com valor até R$ 100 cada um – neste caso, são permitidas visitas diárias, de segunda a sábado. A variedade de produtos é a mesma do Clube Amostra Grátis, e eletrônicos também devem ser testados na loja.

Com maior possibilidade de visitas, o prazo para o preenchimento do questionário com a opinião sobre o produto é menor – de cinco dias corridos. No caso da Sample Lab, entretanto, o foco maior são produtos novos – a serem lançados ou que acabaram de chegar ao mercado. “Acho que a pessoa tem três motivos para participar: procurar o grátis, ter acesso a lançamentos e ajudar a marca a construir um produto melhorâ€, explica o publicitário João Pedro Borges, um dos sócios da franquia, que tem como parceira o Ibope na validação das pesquisas.
Apesar de as duas lojas levarem o conceito de “amostra†no nome, ambas oferecem produtos em seu tamanho original. E mesmo com semelhanças em sua essência – nas duas é preciso ser cadastrado para participar – os dois modelos apresentam diversas diferenças, como localização e acesso aos produtos.
Nós, da 2 Day Consultoria e Marketing, realizamos esse tipo de pesquisa de qualidade com o consumidor.
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2010
Saiba as tendências de comportamento dos jovens “Real-Time”
Tags: comunicação, Dan Pankraz, DDB, Estudo de mercado, Euro RSCG Worldwide PR, Geração Y, jovens, Marian Salzman, marketing, pesquisa, Pesquisa de Mercado, Real-Time GenerationPostado por Patricia Postado em Mercado, NotÃcias, Pesquisas

Ninguém precisa dizer, porque todo mundo já tem conhecimento: a juventude hoje não é mais nem parecida com a de alguns anos atrás. Com a massificação da internet, da tecnologia e de outros meios de comunicação, os jovens do século XXI são mais atualizados, cada dia mais independentes e, assim, precoces. Chama-se, inclusive, esses “novos jovens” de Geração Y.
Pensando nessa nova geração, Dan Pankraz, que é especialista em planejamento para o público jovem da DDB, publicou um texto com as 10 mais significantes tendências de comportamento dessa parte da população – de 20 e poucos anos.
A base desses pontos foi obtida através de um estudo conduzido por Marian Salzman, que é presidente da Euro RSCG Worldwide PR.
Pankraz chama esse grupo de Real-Time Generation, ou seja, a geração do tempo real. Essas são pessoas com algumas caracterÃsticas bem diferentes das gerações anteriores.
De acordo com o profissional, essas informações são essenciais não só para profissionais de marketing e comunicação, mas também para qualquer um que precise lidar com esse tipo de público – agora e daqui pra frente.
Confira as 10 maiores tendências dos jovens:
1. Expectativas em tempo real
Virtualmente, ninguém nos seus 20 e poucos anos em um paÃs desenvolvido conhece a vida sem a comunicação instantânea. Eles se conectam com seus amigos em tempo real, sem esperar pelo correio ou até mesmo pelo e-mail. As notÃcias – tanto do mundo quanto dos seus amigos – vêm em um feed ao vivo (RSS, tweets e atualizações no Facebook) direto de onde ocorreram. Quando precisam de informação, encontram tudo online, em abundância. Por isso mesmo, os livros não são muito comuns nas suas vidas.
2. Vida local mais intensa
Um paradoxo da tecnologia em tempo real sem fronteiras é a maneira como ela reforça as conexões locais. Com os novos aparatos tecnológicos, os jovens fazem amigos que vivem próximos e recebem mensagens de empresas da vizinhança oferecendo promoções. O local é o novo global, diz Pankraz e, para ninguém mais isso é tão verdadeiro como para o pessoal de 20 e poucos anos.
3. Transparência radical
Esse grupo cresceu com a TV mostrando a realidade e um culto radical à s celebridades. Eles presenciaram a mÃdia entrando cada vez mais na vida dos famosos. Eles passaram suas vidas em uma cultura do ‘vazamento’ de informação no seu nÃvel mais alto. Trata-se de um mundo onde até os mais grandiosos confessam erros e mostram suas emoções a milhões de espectadores. Esses jovens constantemente usam tecnologias que os deixam ‘nus’ – à s vezes até literalmente – em frente dos amigos. Eles sabem que nada online é confidencial. Essa geração é muito mais transparente sobre seus pensamentos, sentimentos e ações do que qualquer geração anterior.
4. Expectativa por tudo barato ou gratuito
A globalização barateou muitas coisas essenciais. Esses jovens conseguem se alimentar e se vestir com um custo incrivelmente baixo. Além disso, a internet traz música, software, programas de TV e todo tipo de conteúdo a preço zero. Uma das principais e mais poderosas marcas do mundo, o Google, oferece diversos serviços poderosos sem nenhum custo para o usuário.
5. Demanda por entretenimento
Em alguns lugares do mundo, particularmente no ocidente, o entretenimento tem sido parte essencial da educação. Esses jovens cresceram assistindo a programas baseados na diversão – como os desenhos animados, por exemplo –, experimentaram gráficos interativos na sala de aula e nos museus – o que é uma abordagem muito apoiada pelos pesquisadores – e passaram muitas horas jogando videogames. Essa demanda por entretenimento, ao contrário das gerações anteriores – os acompanhará – seja na faculdade, no trabalho ou em outras situações.
6. Preocupação com o planeta
Os jovens vêm de uma época com crescente número de reportagens sobre o que há de errado com o planeta. Verdades inconvenientes sobre mudanças climáticas, espécies desaparecendo, destruição dos habitats e falta de água têm sido assunto diário pra eles.
7. Visão do luxo como padrão
As ferramentas básicas de um jovem de 20 e poucos anos são um verdadeiro luxo se comparadas aos padrões das gerações anteriores. Sejam eles ou seus pais os responsáveis por pagar a conta, o pessoal de 20 e poucos anos de paÃses desenvolvidos têm, em média:
• Um smartphone de cerca de $100 mais as taxas mensais de assinatura.
• Um computador de pelo menos $300 mais as taxas mensais de conexão banda larga.
• Uma TV wide-screen de pelo menos $300 mais as taxas de TV a cabo.
• Alta educação, até onde conseguem ir.
8. A favor dos negócios. Contra as multinacionais
Os jovens de hoje não compartilham as ideologias contraculturais que impulsionaram seus pais. Eles cresceram em um ambiente em que o mercado livre foi reverenciado e distribuiu os bens de consumo. Esse pessoal não é anti-corporações. Alguns deles até fundaram algumas delas, como o Google, por exemplo. Mas eles não gostam muito de empresas multinacionais.
9. Contra a parcialidade da mÃdia
A mÃdia em 2010 é imensamente maior do que foi em 2000. Cada vez mais várias novas fontes estão disponÃveis em qualquer lugar, pra qualquer pessoa, a qualquer hora. Não é de se espantar que, segundo o estudo, 70% dos jovens tem acesso a notÃcias através da internet. Toda essa escolha, mais o crescente nÃvel educacional que traz um entendimento maior das coisas, faz desses jovens conhecedores da parcialidade da mÃdia. Outro dado da pesquisa: 70% disseram que as mÃdias de notÃcias deveriam ser reguladas para que ajam de forma independente – sem ligação ao estado ou à s empresas.
10. Naturalmente EU, aspirando pelo NÓS
Os jovens estão acostumados à auto-expressão, auto-estima, computadores pessoais, perfis pessoais, caracterÃsticas personalizadas e marketing pessoal. Seja em culturas altamente individualistas (ex: EUA) ou mais coletivistas (ex: China), as empresas vem prosperando por permitir que as pessoas se expressem. Culturalmente e comercialmente, o pessoal de 20 e poucos anos foi sempre incentivado a ser mais egoÃsta do que seus antecessores. Ainda, eles estão todos cientes de que todo mundo que busca objetivos egoÃstas cria problemas para o planeta. Os integrantes dessa geração se encontram entre o impulso de fazer o que quer sozinho e o desejo de fazer a coisa certa em conjunto. Ou então, entra em questão a seguinte observação: ‘Todo mundo quer salvar o planeta, mas ninguém quer ajudar a própria mãe a lavar a louça’.
2010
VÃdeo comprova a força do marketing de impacto
Tags: Estudos de Mercado, Marketing de impacto, Pesquisa de Mercado, Véspera de feriadoPostado por Patricia Postado em Novidades
Ele pode ser chamado de várias maneiras. Porém, tem o mesmo efeito, em diferentes intensidades. O famoso marketing de impacto utiliza-se de maneiras não convencionais para passar a sua mensagem, quase sempre com orçamentos “apertadosâ€. Mas que conseguem o seu objetivo final: impactar!
Jay Conrad Levinson, em seu livro Guerrila Marketing, de 1982, diz que pequenas empresas empreendedoras são diferentes de empresas grandes. Logo:  precisam de diferentes tipos de estratégias. Assim, pensando nesse tipo de publicidade, uma das maiores companhias de marketing do mundo, resolveu passar uma mensagem para o público, através de um vÃdeo criado pela TAC (Transport Accident Commission). Só que ninguém esperava que ele fosse provocar um efeito tão intenso na Inglaterra.
Depois de sua divulgação, 40% da população do paÃs deixou de usar drogas e de se alcoolizar, pelo menos nas datas comemorativas. Aqui no Brasil nós não temos este tipo de iniciativa, mas seria interessante ter esse tipo de ideia por aqui também. Afinal, um novo feriadão chega amanhã.
Em véspera de feriado, reflitão com o vÃdeo:
2010
Investimento na mÃdia pós recessão
Tags: aplicativos, Brasil, mÃdia, Pesquisa de Mercado, smatphonesPostado por Priscilla Postado em Novidades
Passado o carnaval, as OlimpÃadas de Inverno, e’ hora do ano realmente começar. O ano de 2010 esta’ sendo caracterizado como ‘post-recession’ (pós recessão). Apesar de incertas previsões, tendências macros de 2009 vão se repetir neste ano – ampliação de conectividade , boca-a-boca. Um interessante relato e’ com relação a confiança nos meios de comunicação. TV e jornal, antes tidos como grandes veÃculos de informação, caÃram no conceito de fonte segura; blogs, forums são os grandes meios para informação confiável.
Em 2010 crescera o número de filmes em formato 3D, que influencia diretamente as campanhas em cinemas. Além do cinema, VOD (video on demand – vÃdeo sobre demanda) tera’ grande repercursão pois muitas pessoas ainda preferem ficar em casa (home entertainment) a sair ao cinema. Também não devo esquecer de mencionar os smartphones.
Aqui na Inglaterra a proporção destes mobiles cresceu de 3.7% para 15.6% no ano passado. Com este aumento , deve-se pensar na mudança de consumo, por exemplo, queda de leitores de jornais em meios de transporte ja’ que resumos de vários periódicos locais e nacionais estarão gratuitamente disponÃveis em aplicativos.
Além dos aplicativos e’ importante salientar o uso da internet nestes aparelhos. Acesso ao Facebook via smarthphone cresceu 112% e 347% para Twitter 09 vs 08.
Previsão crescimento de investimento na mÃdia

Para vizualizar toda conteúdo acesse: https://priortiz.wordpress.com
by Priscilla Ortiz
2010
Reportagem revela os hábitos de consumo da classe D
Tags: Classe D, Comportamento do consumidor, Hábitos de Consumo, Pesquisa de MercadoPostado por Patricia Postado em Mercado, NotÃcias, Pesquisas
 
Matéria da IstoÉ Dinheiro dá boas pistas para empresas terem negócios bem sucedidos focando neste público
Com R$ 381,2 bilhões para gastar em 2010, as famÃlias com renda mensal de até R$ 1,5 mil se tornaram o objeto do desejo de empresas de vários segmentos. E é esta investicação da revista IstoÉ Dinheiro desta semana. A publicação vai atrás dos hábidos de consumo e da vida da chamada “Classe D: a letra do dinheiro”. A matéria também dá boas pistas para quem quer ter negócios bem sucedidos focando neste público.
Esta turma, que até pouco tempo atrás vivia à margem do sedutor mundo do consumo, finalmente foi às compras. Tudo graças ao aumento da oferta de crédito. Muitas empresas ainda não colocaram esse contingente em seu radar porque estavam focadas na classe C. Mas quem quiser apostar no futuro tem de se apressar e seguir os passos daqueles que já descobriram a classe D.
O fenômeno da classe D é resultado de uma impressionante transformação social do PaÃs. Nos últimos anos, mais de 19 milhões de brasileiros deixaram a linha da pobreza para ingressar na nova classe emergente. Detalhe: a maioria não têm holerite, mas à s vezes têm mais dinheiro do que os colegas com carteira assinada.
A revista traz dados interessantes revelados por um estudo realizado pelo Data Popular. Ele diz respeito à importância que a autoestima tem para as pessoas que fazem parte da classe D. Aliás, ela quer receber no banco o mesmo tratamento que seu colega mais rico recebe num bairro nobre. É por isso também que ela gasta à s vezes até mais do que pode – e do que precisa – para adquirir produtos caros e exibi-los aos familiares, aos vizinhos, aos colegas de trabalho. Se para a classe média ter uma televisão de plasma é algo banal, para quem está mais embaixo na pirâmide significa um sinal claro de ascensão social.
A reportagem também confirma a força consumidora da Classe D e seu desejo de comprar todo tipo de produto, desde itens frugais como sucos prontos, detergentes lÃquidos, cremes para cabelo e amaciantes de roupas, até artigos sofisticados, como telefone celular, computador e automóvel. Os números impressionam. A classe D vai responder por 33% de todos os computadores que serão vendidos no Brasil em 2010. Há uma lógica na busca obsessiva por esse artigo. Aliás, o equipamento é visto como um instrumento capaz de manter as crianças em casa, além de ajudar nas tarefas estudantis.
Conheça alguns hábitos de consumo da classe D
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Leia aqui a reportagem completa Descubra a classe D: a letra do dinheiro
2010
Indústria do chocolate inova para conquistar novos consumidores
Tags: 2DAY, chocolate, páscoa, Pesquisa de MercadoPostado por Patricia Postado em Mercado

Que tal um mercado que faturou R$ 736 milhões em 2009? Estamos falando da indústria do chocolate que está a cada ano investindo em novidades para seduzir os consumidores. É competição que gera inovação!
E 2010 promete. Veremos ovos de chocolate que vêm com uma caneca, no formato de uma caixa de Bis e até quadrado! A Hershey’s terá seu modelo popular ainda mais barato: o ovo Kisses sairá por R$ 9,90. As inovações mais fortes costumam aparecer na Páscoa. A data é tão importante para o setor que a Kopenhagen registra cerca de 30% do seu faturamento só neste perÃodo. Por isso a Nestlé lançou para este ano ovos temáticos de vários times de futebol.
A Top Cau notou a queda da venda de ovos pequenos, por isso direcionou a produção para os grandes, entre 101g e 200g, já que eles cresceram 18,5% em vendas em relação ao ano anterior. Esse aumento é atribuÃdo ao fato de que os clientes compram esses ovos grandes para presentear amigos e parentes. Já os de 80g eram normalmente para consumo próprio. A tendência em reduzir a quantidade de ovos com peso menor que 100g vem desde 2008. Desde esse ano a produção de ovos pequenos caiu cerca de 30%.
Outra tendência para 2010 é a maior participação no mercado de ovos “especiaisâ€, aqueles feitos especialmente para quem quer evitar algum ingrediente do chocolate. Exemplos são os ovos sem açúcar, gordura ou feitos com soja. Existe até mesmo um sem açúcar, lactose e 50% de cacau. Existe outro sem glúten, leite, ovos, soja ou adoçantes artificiais. É uma espécie de chocolate falso, Alfarroba. Para quem é alérgico à matéria prima do chocolate convencional, o doce de mentira é uma ótima pedida que veio mexer um pouco mais com o mercado.
2010
As franquias estão em crescimento no Brasil
Tags: 2DAY, fraquias, marketing, Pesquisa de MercadoPostado por Patricia Postado em NotÃcias
Fundada em 2007, a Yogoberry é uma rede de franquias especializada na fabricação e venda de frozen yogurt – uma espécie de sorvete feito a base de iogurte. Registrou um crescimento de 30% em 2009 no seu faturamento. Para 2010, a empresa aumenta sua rede de franqueados com mais intensidade na região sul e sudeste, aonde vê grande potencial de desenvolvimento. Outra empresa que vem apostando no sistema de franquias é a Nicoboco, empresa especializada em surf, street e sportwear.
O franqueamento vem crescendo no Brasil não só nessas empresas, mas de maneira generalizada. Os motivos são simples: aquecimento constante da economia do paÃs e a segurança que o sistema de franquias garante ao empreendedor. E não é só a segurança que é atraente: consultoria após a abertura da loja, alta rentabilidade e agilidade na abertura do negócio. Assista abaixo uma matéria que foi veiculada na rede Globo, programa Pequenas Empresas Grandes Negócios falando mais um pouco sobre franquias:
2010
Saiba a importância de fazer bem e diferente
Tags: inovação e marketing, marketing, marty neumeier, Pesquisa de MercadoPostado por Patricia Postado em Mercado
Recentemente Marty Neumeier – o autor de “The Brand Gap – O Abismo da Marca†-  publicou uma tabela refletindo seus pensamentos acerca de “fazer diferente”. A tal cerejinha sobre o bolo que cada vez mais os clientes exigem, mas não é nada fácil de colocar. Veja, abaixo, uma tradução livre que fizemos da tabela original de Marty.

Em seu artigo Marty defende que as empresas devem se aventurar mais no quadro 2, enquanto muitas ficam satisfeitas no quadro 1. Segundo o autor, o bloco superior da esquerda tende a ser atrativo por parecer mais seguro, mas isto é um equÃvoco, pois apostando no mesmo que seus concorrentes já apostaram provavelmente não vai render os mesmos frutos que deu a eles. Você deve apostar no que for diferente da sua concorrência para atingir objetivos superiores, ou seja, maiores.
Marty Neumeier é presidente da Neutron LLC, empresa especializada em colaborar para a construção de marcas.








