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Posts com a Tag ‘pesquisa de satisfação’

jan
2012

Pesquisa revela opinião de estrangeiros sobre o Brasil

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Postado por Patricia Postado em Mercado, Novidades, Pesquisas

A Pesquisa CNT/Sensus encomendada pela revista Veja traça um novo panorama a respeito dos sentimentos dos estrangeiros em relação ao nosso país. De acordo com o estudo, publicado no início do mês, dos 18 países entrevistados, 17 veem o Brasil “sob a mais favorável das luzes”. A exceção ficou por conta da Índia. Foram 7200 pessoas selecionadas a participar da pesquisa. Estamos, de acordo com elas, definitivamente marcados no mapa mundial:

Gráficos: Arte sobre reprodução da Revista Veja

Gráficos: Arte sobre reprodução da Revista Veja

Além disso, quase 60% acredita que nosso País nunca foi tão influente na política como agora. O fato é que o Brasil está causando melhor impressão do que antes, e é nessa simpatia, tipicamente nossa, que o mercado deve se espelhar. O lado negativo do estudo foi a revelação de que somente 36% dos entrevistados gostaria de morar aqui.
Em contraponto, o Brasil foi escolhido como o segundo país mais seguro para investir em imóveis comerciais. A pesquisa, que já falamos em outro post, mostrou que estamos somente atrás dos Estados Unidos neste quesito.
O contrabalanço das pesquisas e a combinação de resultados demonstra que os investimentos no mercado brasileiro devem continuar a todo vapor, mas que necessitam de um equilíbrio maior entre todos os setores – fato notado em outras áreas emergentes por aqui, como mostra o índice do PIB:
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A pesquisa completa CNT/Sensus você encontra na edição 2250 da Revista Veja.

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dez
2011

Pesquisas de mercado são tendência para empresas em 2012

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Postado por Patricia Postado em Mercado, Notícias, Novidades, Pesquisas

O planejamento de ações para 2012 está na reta final para a maioria das empresas, que já destinam seus investimentos às áreas de interesse. Porém, juntamente às expectativas, importam também as estimativas.

Pesquisar e conhecer o mercado são armas efetivas para manter, alterar ou redirecionar ações, produtos ou serviços. Além disso, a previsão de registros de interesse e perspectivas minimizam os riscos e mensuram o quanto sua empresa pode ou não construir durante o ano.

Estudo recente encomendado pela Amcham em parceria com o Ibope revelou a importância da pesquisa na mensuração de resultados. Empresários foram questionados sobre quais foram os três principais fatores externos que influenciaram o desempenho de suas companhias:

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A mudança nos hábitos de consumo percebida como o maior desafio só pode ser avaliada a partir de pesquisas que comprovem para onde estão indo as intenções de compra e como os competidores também estão reagindo.

A percepção da importância de pesquisas por parte do mercado é tão grande, que, quando questionados quais os maiores focos de investimento das empresas para o próximo ano, que os entrevistados pela Amcham consideraram as estratégias como prioridade para 2012:

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Com o final do ano, as pesquisas de mercado são a oportunidade perfeita para guiar seus negócios com visão e análise mercadológica. Nós da 2Day fazemos estudos sob medida e analisamos todos os dados para que seu foco possa ser redirecionado ou mantido, conforme o resultado. Entre em contato e faça um orçamento clicando aqui. Não espere o ano começar para pesquisar!

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set
2011

Ford inova o mercado em “coletiva de imprensa” para consumidor

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Postado por Patricia Postado em Mercado, Notícias, Novidades

A Ford americana trouxe as ações de marketing a um novo patamar: a espontaneidade do consumidor foi exposta com a última campanha da marca, que realizou uma falsa coletiva de imprensa com donos de carros da montadora para responder a perguntas de “jornalistas”.

Criada pela agência Team Detroit, a campanha tem vídeos que mostram verdadeiros donos de carros da Ford atraídos a uma coletiva de imprensa surpresa, onde eles são questionados de algumas opiniões a respeito dos veículos. A ideia foi criar uma situação inesperada por parte dos clientes, que acreditavam se encaminhar a uma pesquisa de mercado da marca.

O resultado da ação foram vídeos de respostas que parecem honestas, inusitadas e positivas a respeito dos carros. Confira o material abaixo (em inglês):

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mar
2011

Entrevista: as três dimensões do trabalho de Márcio Carvalho

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Postado por Patricia Postado em Entrevistas, Mercado

O trabalho dele é transformar um projeto de apenas dois lados em três dimensões. Porém, ele vai muito além disso.

Márcio Carvalho é Diretor Executivo da Neorama Filmes – uma empresa que ele chama de “Boutique Criativa“. Eles são especializados em mídia digital para o mercado imobiliário em grande escala: fazem projetos arquitetônicos em três dimensões.

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Márcio bateu um papo descontraído com a equipe do blog, contando como surgiu a Neorama, o que é sucesso para ele, além de falar sobre seus sonhos, vontades e vida pessoal e profissional.

Confira a entrevista na íntegra abaixo

2Day – Qual a sua idade e formação?
Márcio – Tenho 30 anos e sou formado em Arquitetura pela UFRGS. Além da formação em Arquitetura, minha atuação profissional sempre me aproximou muito da publicidade e do cinema, áreas em que busco complementação de conhecimento.

Lembra do exato momento em que surgiu a ideia da Neorama? Como foi?
Foi em 2001. Na época trabalhava no GAD Design e a vivência diária da interação entre arquitetura, imagem, marca e branding, bem como toda a eloquência que vivia o mercado imobiliário internacional e as primeiras animações 3D e cenários virtuais nos filmes, nos ajudou a formular um modelo onde imagens e filmes contassem histórias de um futuro ainda por ser construído, e pudessem inspirar nas pessoas uma visão qualitativa sobre este futuro.

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Já a smart! é um sonho que nutro desde os primeiros semestres da faculdade de Arquitetura. Sempre acreditei no papel da arquitetura como elemento de identidade na vida das pessoas – uma parte daquele prazer subjetivo do dia a dia. Por isto a opção por empreendimentos de nicho, pequena escala e arquitetura autoral.

O que você queria ser quando era guri?
Quando era pequeno sempre quis ser um inventor – acho que a minha veia empreendedora na verdade foi uma resposta a esta vontade, a esta necessidade de expressão. Tanto a Neorama quanto a smart! tem inovação e quebra de paradigma em sua essência. Existe uma terceira novidade revolucionária no forno… mas ainda é cedo para comentar!

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O que é sucesso para você?
Gosto de pensar no sucesso mais como um estado de espírito. “Estar em sucesso” pra mim é poder lembrar com orgulho de onde se veio, ser feliz onde se está, e ter plenitude ao olhar para frente e seguir firme com o próximo passo no caminho que se está trilhando rumo ao futuro. Sucesso é estar prestando uma contribuição importante, e isto traz grandes responsabilidades.

Quem é o teu ídolo?
Meu pai. Ele que sempre me ensinou em todos os seus atos e exemplos que o nosso nome, nossa honra e nosso conhecimento são as maiores riquezas que alguém pode ter, e que sempre permanecerão conosco.

O que você mais valoriza numa equipe?
Talento, visão e garra. Experiência é importante, mas se adquire com o tempo… a garra para buscá-la é o cerne pessoas especiais.

O que não pode faltar no teu escritório?
Clientes com bons desafios e profissionais ávidos por desafios e café. Tudo fica secundário perto disto.

Qual a viagem que ainda não fez e quer muito?
Leste Europeu. Imagino uma identidade muito forte com o Sul do Brasil, gostaria de conhecer.

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Qual foi o último livro que você leu?
Em “alguma parte alguma” – Ferreira Gullar – e “O Verdadeiro Poder” – Vicente Falconi, ambos inspiradores, cada um a seu modo.

E filme? Aliás, gostou dele?
Este final de semana assisti “Peixe Grande” pela 1ª vez. Me inspira… gosto muito da idéia de sonhar a nossa vida em vez de só vivê-la.  Mudando a forma de olhar, muitas vezes conseguimos enxergar mais beleza e poesia nas coisas simples do dia a dia.

Você acredita nesta história de vida pessoal e profissional?
Pergunta difícil. Existem muitas intersecções entre satisfação profissional e pessoal, principalmente em áreas mais criativas. É dificil separar ou saber onde começa uma e termina outra. Mas acredito que em nossa vida há uma constante equação de equilíbrio acontecendo. Conseguirmos ter controle sobre a dedicação de tempo ao que gostamos é uma das chaves desta equação.  Invariavelmente quando questões profissionais nos colocam no “automático” ou assumem prioridade absoluta, o pessoal sofre com o desequilíbrio.

Um sonho que ainda não realizou?
Um ano sabático, com uma mochila nas costas e uma passagem só de ida sem roteiro definido e sem data exata para voltar.

Saiba mais sobre o trabalho de Márcio e da Neorama através do blog e facebook.

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fev
2011

Pesquisa: janeiro é o melhor mês para se conseguir uma promoção

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Postado por Patricia Postado em Mercado, Notícias, Novidades, Pesquisas

Infelizmente, nós já estamos em fevereiro, mas por que não tentar, não é mesmo?

O LinkedIn – maior rede social para profissionais – realizou uma pesquisa que mostra: janeiro é o melhor mês para você tentar uma promoção na sua empresa.

linkedin

De acordo com a pesquisa, o primeiro mês do ano é o que concentra o maior número de promoções da história. Porém, com a entrada no mercado de profissionais que nasceram entre 1980 e 95, esse “ciclo” de promoções está mudando. Ou seja: há possibilidade de um “up” na empresa também em outros meses.

Na década de 90, janeiro era disparado o melhor mês para promoções, no mundo todo. Entretanto, dados do Linkedin revelam que esse panorama tem mudado nos anos 2000 – o mês ainda se destaca, mas perde força para outros períodos“, diz o estudo.

Emprego

Os meses de julho e setembro aparecem na segunda e terceira posições.

E a pesquisa ainda diz: “para conseguir uma promoção, é importante que o profissional se destaque“. A autopromoção é uma boa tática.

(vimos no Administradores)

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jan
2011

As previsões para o mercado de trabalho em 2011

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Postado por Patricia Postado em Mercado, Notícias, Novidades, Pesquisas

Se depender das previsões dos headhunters, 2011 será um ano positivo para os profissionais brasileiros. A começar pelas previsões de contratações. De acordo com pesquisa da consultoria Manpower, o número de novos postos de trabalho deve crescer 36% no Brasil até março.

No entanto, à exemplo do que aconteceu em 2010, o contexto do mercado de trabalho irá além desses números. Eventos como Copa do Mundo e Olimpíadas, além das perspectivas positivas para a economia brasileira, devem continuar influenciando a maneira como as empresas vão procurar e, principalmente, trabalhar para manter os melhores profissionais em seu quadro de funcionários.

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O site da revista EXAME consultou alguns headhunters e listou os possíveis cenários para o mercado de trabalho em 2011. Confira abaixo:

1. Oportunidades no alto escalão
Os países do BRIC (bloco formado por Brasil, Rússia, Índia e China) foram a grande estrela dos negócios internacionais em 2010. Além de provocar uma reviravolta na lógica dos mercados, isso fez nascer uma nova demanda dentro das empresas globais: profissionais especialistas em mercados emergentes.

Isso significa que nos próximos meses as companhias estarão de olho em profissionais que conhecem de perto a dinâmica dos negócios de cada um desses países. A razão? Encontrar bons nomes para ocupar cargos estratégicos dentro de seus quadros.

2. Salários
O mercado continua carente de bons profissionais. E, à exemplo do que aconteceu em 2010, isso deve influenciar a lógica de estruturação dos pacotes de remuneração oferecidos pelas empresas.

No entanto, a onda de valorização das remunerações dos executivos que marcou 2010 tende a se estabilizar nos próximos meses, de acordo com Marcelo de Lucca, diretor da Michael Page.

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3. Estrangeiros
A complexidade dos negócios no Brasil acentuará a demanda por profissionais com uma qualificação mais especializada. E aqui jaz o principal gargalho para o desenvolvimento do país: a falta de pessoas com qualificação suficiente.

Para sanar essa lacuna, as companhias em operação no Brasil já partiram para uma prática até pouco tempo restrita aos países mais desenvolvidos: importar cérebros. Isso mesmo. Em 2011, as empresas vão caçar profissionais fora das fronteiras nacionais.

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4. Áreas promissoras
O setor de serviços lidera o número de intenções de contratação até março, segundo a Manpower. Nessas empresas, o recrutamento deve crescer em 51% nos próximos três meses. Em seguida vem o setor de comércio atacadista e varejista com 44% das intenções. Enquanto, nas empresas ligadas a área financeira e de seguros o número é de 40%.

Destaque para o setor de infraestrutura e construção civil. Em 2010, a combinação de investimentos para as obras da Copa do Mundo e Olimpíadas somadas às políticas voltadas para a exploração do pré-sal puxaram a onda de contratações no setor.

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dez
2010

Programa Estilo Próprio conversa com a 2Day Pesquisas

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Postado por Patricia Postado em Entrevistas, Na Mídia, Notícias, Novidades

A 2Day fecha o ano em grande estilo. Literalmente. Explica-se:

Fomos um dos convidados da última edição do Programa Estilo Próprio, da TVCOM, apresentado por Fernanda Zaffari.

Eu, Patrícia Longhi, dividi a telinha com a trend hunter Fabiana Maioli, que inclusive já figurou aqui pelo blog, falando das últimas tendências de mercado.

O programa foi exibido na última segunda-feira, 20 de dezembro e você confere a entrevista, na íntegra, logo abaixo:

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dez
2010

Pesquisa do canal de TV Nickelodeon traça perfil da criança latino americana

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Postado por Patricia Postado em Mercado, Notícias, Pesquisas

Olha o público jovem também aparecendo nas pesquisas para foco de público alvo.

O canal de TV a cabo (ou por satélite) Nickelodeon, encomendou uma pesquisa para traçar o perfil das crianças e adolescentes latino americanos. Os dados mostraram que há hábitos bem diferentes nos diversos países da América Latina.

De acordo com a pesquisa, as crianças brasileiras são as que menos se preocupam com o meio-ambiente. Apenas 56% têm esse tipo de atenção, enquanto no México, o índice é de 84%.

Agora, olha a mudança de hábitos de uns anos para cá. Em 2003, 75% das crianças do Brasil costumavam andar de bicicleta. Já em 2010, a porcentagem caiu para 45quase metade do índice de sete anos atrás.

Em contrapartida, agora há mais adolescentes jogando futebol no videogame (87%) que na vida real (50%).

A pesquisa foi publicada na última segunda, 06/12, no Jornal O Globo e os algumas informações no Blue Bus.

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dez
2010

A febre dos sites de compras coletivas

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Postado por Patricia Postado em Mercado, Notícias, Novidades

Nos últimos meses, os sites de compra coletiva viraram modinha na web. São incontáveis os endereços que oferecem descontos de até 90% em produtos e serviços em várias cidades do Brasil e do mundo. De acordo com o Blog do Ecommerce, este serviço nasceu em 2008, nos EUA, através da pioneira GroupOn, presente em 26 países e com expectativa de faturamento anual estimado em US$500 milhões para 2010. Interessante, não?

A idéia saiu do bom e velho “leve mais e pague menos”, assim como nos saldões de queima de estoque que encontramos no mercado tradicional. O objetivo da compra coletiva é reunir o maior número de pessoas interessadas em um mesmo  produto/serviço e oferecer a elas descontos irresistíveis. Com isso, visando a necessidade, bem como, a possibilidade de segmentar o público, não há melhor ferramenta para difundir este negócio que a internet.

Shopping bags

Quem não gosta de ganhar descontos nos melhores restaurantes da cidade, reunir os amigos para um happy hour pagando apenas R$19,90 por 10 chopps ou fazer um tratamento estético para auxiliar no projeto verão 2011 com até 70% de desconto? Todo mundo adora descontos e o bolso no final do mês agradece. E, é exatamente assim que se sente grande parte do consumidor final. Seja de que classe for, se A, B, ou C, o desconto sempre atraiu e sempre irá atrair as pessoas, gerando conversa, prospectando a marca em outros meios e ainda proporcionando ao cliente a satisfação de estar adquirindo um produto por um valor inferior ao normal.

compras coletivas2

Através de parcerias, estratégias de promoção são vantajosas para empresas, compradores e para o site. Esse “novo” modelo de negócios foi inspirado na experiência norte-americana.

Abaixo, você confere uma matéria especial, produzida pelo canal Globo News, que explica um pouco mais sobre a febre dessas compras coletivas. Vale a pena assistir:

(com base no artigo de Sabrina Almeida, do coletivo Mídia Boom)

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nov
2010

Pesquisa revela as músicas mais polêmicas da história

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Postado por Patricia Postado em Notícias, Novidades, Pesquisas

Música “pesada, pelo menos na letra.

Uma pesquisa, organizada pela empresa PRS Music, na Inglaterra, listou as músicas mais polêmicas da história. Quem levou a medalha de ouro foi a faixa “Smack My Bitch Up”, da banda The Prodigy.

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Gravada em 1997, a canção repete várias vezes o verso “smack my bitch up” (“espancar minha v*d*a”, traduzindo para o português). Com um clipe também polêmico, ela chegou a ser banida da rede BBC.

O segundo lugar da lista ficou o clássico punk “God Save The Queen“, dos Sex Pistols, por causa dos versos “Deus salve a rainha, ela não é um ser humano“. O pódio se completou com “Relax” da banda Frankie Goes To Hollywood.

Quer saber o top 10 das músicas mais polêmicas? Confere aqui embaixo:

1) “Smack My Bitch Up” (Prodigy)
2) “God Save The Queen” (Sex Pistols)
3) “Relax” (Frankie Goes To Hollywood)
4) “Kim” (Eminem)
5) “Killing In The Name” (Rage Against The Machine) -
6) “Ebeneezer Goode” (The Shamen)
7) “Suicide Solution” (Ozzy Osbourne)
8) “Get You Gunn” (Marilyn Manson)
9) “Angel Of Death” (Slayer)
10) “Dear God” (XTC)

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nov
2010

Pesquisa revela: brasileiros preferem trabalho no estilo Home Office

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Postado por Patricia Postado em Notícias, Novidades, Pesquisas

Podem até achar que é preguiça, mas não é. Pelo menos de acordo com uma pesquisa divulgada no Tecnoguia.

A maioria dos brasileiros acredita que a produtividade não está relacionada com a jornada de trabalho dentro das empresas. Uma pesquisa encomendada pela Cisco revela que 76% acreditam que não é preciso estar fisicamente no local de trabalho para ser produtivo. A preferência dos brasileiros por trabalhar remotamente está acima da média mundial, que foi de 60%, e só abaixo da Índia, com 93% e China, com 81%.

Home-Office

A pesquisa também revelou que 83% dos brasileiros estariam dispostos a trocar salários altos por maior mobilidade e flexibilidade de horário de trabalho. A média mundial para este item foi de 66%.

Intitulada “Cisco Connected World Report“, a pesquisa foi realizada com cerca de 2.600 pessoas, entre usuários finais e executivos de TI de 13 países: Brasil, EUA, México, Reino Unido, França, Espanha, Alemanha, Itália, Rússia, Índia, China, Japão e Austrália. As entrevistas foram realizadas entre 16 de agosto e 7 de setembro.

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Mais da metade dos entrevistados em todo mundo (57%) consegue conectar sua rede de trabalho remotamente, com destaque para o grande número de usuários finais da Espanha e Reino Unido (44% em cada um dos países), que afirmaram conseguir acessar informações da rede corporativa de qualquer lugar e em qualquer hora. No Brasil, o percentual chegou a 32%.

A maioria dos usuários finais pesquisados também acredita que os dispositivos fornecidos pelas empresas deveriam estar disponíveis para uso profissional e pessoal. A média mundial foi de 66%; e no Brasil, México e China, de 77%, enquanto que na Índia o percentual chegou a 95%.

HomeOffice_Hero.sflb

Com relação ao preparo das empresas para prover mobilidade para os funcionários, quase metade dos executivos de TI entrevistados (45%) em todo mundo afirmou que suas companhias ainda não estão preparadas para isso. Por outro lado, mais da metade dos profissionais de TI do Brasil (57%) e China (65%) afirmou que suas empresas estão trabalhando no sentido de prover mais mobilidade para seus funcionários. Garantir segurança é o maior desafio na hora de prover mobilidade nas empresas, de acordo com os profissionais de TI. Este item foi o mais citado (57% do total mundial) pelos entrevistados.

A pesquisa completa você confere aqui!

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nov
2010

Natal desse ano promete ter aumento de 40% nas vendas pela Internet no Brasil

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Postado por Patricia Postado em Mercado, Notícias, Novidades, Pesquisas

O comércio online deve faturar R$ 2,2 bilhões na temporada de vendas de Natal deste ano, o que representa um aumento de 40% em relação ao Natal de 2009, afirma a empresa de pesquisa de mercado e-bit em relatório divulgado nesta quinta-feira (18).

compras-internet

No ano passado, as vendas online atingiram R$ 1,6 bilhão no período, que vai de 15 de novembro a 24 de dezembro. Cinco anos antes, as vendas do período não chegavam a meio bilhão de reais, encerrando 2005 em R$ 458 milhões.

Ainda de acordo com a consultoria, o tíquete médio do setor deve ficar perto de R$ 370 no período de Natal, sendo que as categorias com produtos mais vendidos devem ser livros, eletrônicos, informática e eletrodomésticos.

vendas-pela-internet

O segmento de cosméticos e beleza também deve apurar vendas expressivas, conforme a consultoria. Com o montante previsto para o final de ano, o setor de comércio eletrônico deve fechar 2010 com faturamento de R$ 15 bilhões, afirma a e-bit, 40% acima do registrado em 2009.

(via)

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nov
2010

Pesquisa de mercado: vídeos mostram case de restaurante delivery

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Postado por Patricia Postado em Mercado, Notícias, Pesquisas

Ponto importante e crucial no mercado atual, as pesquisas de mercado podem contribuir e muito no desenvolvimento e direcionamento do marketing de determinado produto.

Seja para o lançamento de um novo serviço, produto ou para saber o seu público alvo, as pesquisas são essenciais para o sucesso no objetivo de marketing. Ou mesmo para focar seus trabalhos.

Como é o case que veremos abaixo. Um restaurante de telentrega de comida chinesa, que resolveu fazer uma pesquisa de mercado com seus clientes, para saber suas as principais necessidades.

O resultado: o restaurante começou a oferecer também comida japonesa no cardápio.

Para saber como a pesquisa de mercado influenciou na decisão e contribuiu para o crescimento dos lucros da empresa, assista os vídeos logo abaixo, do programa Negócios & Soluções, transmitido pela TV Sebrae.

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nov
2010

Diretora da 2Day debate a nova classe média brasileira amanhã

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Postado por Patricia Postado em Na Mídia, Notícias, Novidades

Pesquisas recentes mostram que 100 milhões de pessoas fazem parte da classe média brasileira. E estas fizeram
com que as empresas mudassem o seu posicionamento no mercado. Quem garante isto é a Diretora da 2Day, Patrícia Longhi.

A executiva vai aprofundar o tema em palestra na Semana Acadêmica do Curso de Publicidade do IPA. O evento ocorre nesta quarta, às 19h10, no Auditório da Biblioteca (Rua Cel. Joaquim Pedro Salgado, 80).

- As empresas precisam se adaptar a uma forma de consumo particular, onde mecanismos de crédito e produtos direcionados devem andar de mãos dadas – conta Patrícia.

Consultora de empresas e administradora, Patrícia Longhi atua na área de marketing há mais de 18 anos junto a grandes empresas regionais e nacionais.

Tem experiências na indústria alimentícia Da Effem do Brasil (Grupo Mars, Incorporated), na comunicação com a RBS e no mercado imobiliário com a Goldsztein Cyrela.

No ano passado, criou a 2Day – focada em pesquisas de marketing. A empresa já tem uma carteira de 34 clientes e acaba de começar operações em Santa Catarina.

Mais informações em www.2dayestudosdemercado.com.br.

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out
2010

Os benefícios da pesquisa de mercado

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Postado por Patricia Postado em Mercado, Pesquisas

No mercado atual, fazer uma pesquisa de mercado para o lançamento de um produto, para analisar o público alvo, ou mesmo para saber como andam seus negócios, é imprescindível. A pesquisa se tornou um elemento básico e essencial para o sucesso de uma empresa ou marca no mercado.

Mas, para isso acontecer, é preciso conhecer detalhadamente os elementos da pesquisa, incluindo seus métodos de aplicação e análise.

Para saber mais sobre as pesquisas de mercado, o blog separou pra você um documento, que explica como elas funcionam. Confira abaixo:

Pesquisa de Mercado

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out
2010

Direto de Milão: entrevista com a trend hunter Fabiana Maioli

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Postado por Patricia Postado em Novidades

A cada nova solicitação de pesquisa que realizamos nos cercamos de profissionais
multidisciplinares. Tudo para entregar ao cliente um trabalho com visões diferentes, mas
com resultados concretos. E foi num destes projetos que encontramos com o talento da Fabiana Maioli.
A gaúcha, que reside atualmente na Itália, é a nossa caçadora de tendências. E, vem ao blog falar da vida e
de suas descobertas ao redor do mundo. Confira abaixo:

A cada nova pesquisa que realizamos nos cercamos de profissionais multidisciplinares. Tudo para entregar ao cliente um trabalho com visões diferentes, mas com resultados concretos. E foi num destes projetos que nos encontramos com o talento da Fabiana Maioli. A gaúcha, que reside atualmente na Itália, é a nossa caçadora de tendências. E, vem ao blog falar da vida e de suas descobertas ao redor do mundo. Confira abaixo:

2010

- 2Day – Nos conta um pouco da tua vida. Onde nasceu, estudou, etc..? E qual é e como optou pela sua formação?

Fabiana - Nasci em Bento Gonçalves em 1975. Estudei em rígidas escolas católicas, como era comum no interior e sempre fui rebelde, nunca me adaptando aos esquemas tradicionais. Em casa sempre tivemos um grande suporte na área artística e intelectual: meus avô paterno e meu bisavô materno eram carpinteiro e marceneiro respectivamente, e o primeiro, nas horas de folga fazia para nós mesinhas e cadeiras de brinquedo; meu tio, Roali Majola, é um fotógrafo-artista ao qual tenho uma grande admiração (foi ele que iniciou a fotografia profissional no RS), minha mãe, que hoje é artista plástica, desenhava, pintava, costurava, bordava, enfim, era muito ‘prendada’; minha irmã além de ser formada em arte era marchand em uma galeria que á época era a maior do interior do RS, e então era normal, natural, o nosso convívio diário com o fator artesania e arte, percurso orgânico para o design.

Quando criança, sempre gostei de desenhar, de criar, de ser curiosa com qualquer objeto ou acontecimento, de admirar por horas a fio o casco de uma joaninha, por exemplo. Era uma criança introversa em função de um defeito congênito em minha perna direita, o que fez com que tivesse que ficar meio imóvel (sempre com gesso) até os meus 6-7anos. E a fuga disso era simples e divertida para mim: quando o tempo permitia, meus pais colocavam um cobertor na grama do nosso jardim, sob ele meus brinquedos, livrinhos de colorir, massinha de modelar, livrinhos infantis, folhas brancas e lápis de cor. Foi assim que me alfabetizei e aprendi a desenhar, para passar o tempo. E conversava com os passarinhos, com os caracóis, com as aranhas de jardim e etc. Uma fabiana no país das maravilhas (risos).

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Fonte: TEA TRENDS, dirigida por Domenico Fucigna

Então creio que quando se é uma criança que não pode descobrir o mundo ’com as suas próprias pernas’, automaticamente a psique cria um refúgio, um mundo interno muito rico onde a fantasia e a criatividade se unem, e quando encontram uma via de saída– no meu caso o desenho – é aí que você encontra o mundo a que você pertence de fato. O processo de ‘colocar coisas no mundo’ mesmo que sejam desenhos toscos de uma criança de 5 anos, auxilia a não entristecer, a não desistir fronte a qualquer obstáculo e cria um amálgama que blinda o seu caráter. Então talvez esta aproximação inicial fantasiosa mas também ‘esperançosa’ com a vida tenha sido fundamental na escolha do design como profissão e na forma com que enfrento os desafios concretos da vida que se apresentam – porque o designer nada mais é do que um profissional que concretiza o que antes era um sonho, um devaneio, uma idéia e não se detém até que não encontre uma solução para o seu ‘problema’. Ele não desiste. Poeticamente, ele sempre tem esperança.

Na época do vestibular na minha cidade não haviam cursos relacionados a esta área e meus pais não tinham condições de enviar-me para estudar fora de casa e então resolvi começar pelo curso de graduação em tecnologia moveleira, que era o que mais se aproximava do design. Este ainda não era palavra conhecida, digamos, e todos perguntavam porque eu não havia escolhido o direito, arquitetura, administração… Mas eu intimamente acreditava que seria apenas o início. E assim foi. Concretamente, estudei Tecnologia em Produção Moveleira, sendo aluna da primeira turma de formandos. Após realizei uma Pós-Graduação em Design de Produto. No mesmo ano, fui convidade (tinha apenas 24 anos!!) a coordenar e dar aulas num curso que eu auxiliei inclusive a criar na UCS: O Curso de Extensão em Design de Móveis, em uma parceria maravilhosa com a Florense. Formamos mais de 5 turmas e muitos designers conhecidos no RS hoje tiveram aí seu primeiro berço do design. Era uma proposta muito inovadora á época, e contei com os Irmãos Campana como professores, quando eles ainda não eram tão conhecidos, com Renata Rubim, Roberto Gil e muitos designers estrangeiros de passagem pelo Brasil. Contamos também com muitas vindas de Sérgio Rodrigues e realizamos os primeiros workshops de criatividade voltada ao design de móveis. Foi uma época maravilhosa também para mim.

O tempo passou, fui trabalhar nos EUA e no Peru, e mais tarde, já no Brasil, com a intenção de realizar um ano sabático, vim a Milão realizar um Master em Management of Creative Process, na IULM, a mais prestigadas escola de comunicação da Itália e há pouco também me especializei em Trendsetting pelo Instituto de Design Europeu.

- 2Day – Como é um dia na vida da Fabiana, uma segunda-feira, por exemplo.

Fabiana – Meu dia normal começa com um café passado (não vou acostumar jamais com a força do espresso!) um ‘brioche’ da padaria siciliana aqui do lado de casa, uma olhada nas notícias do Brasil, o que está acontecendo no design, na moda e nas artes aqui em Milão (porque sempre tem uma novidade que no dia anterior que eu não estava sabendo!) e saio para um trendhunting.

- 2Day – Você é uma trend hunter. Que caminhos trilhou para chegar a este posto?

Fabiana – Bem, como trendhunter trabalho para um bureau de pesquisa e análise de tendências, onde temos clientes como Diesel, RAI (Tv italiana do nível da Globo), Salvatore Ferragamo, Fasolo, Aprilia, Intesa Sao Paolo (banco nacional ao nível do Itaú), La Rinascente, Benetton, entre muitos outros.

O que significa? É estar com uma máquina fotográfica na mão (ou um celular bem discreto dependendo do caso), um caderno de notas na outra e as antenas ligadas no mundo ao redor. A pé, no trem, via metrô. O meio de transporte ás vezes tem significado também. Vou observando, analisando, sentindo, criando cenários e estórias. Sabe quando você é criança e olha para alguém e tenta imaginar a vida que esta pessoa leva? Eu faço isso a todo momento, busco elementos no vestuário desta pessoa, em seu modo de andar, de segurar a bolsa, do jornal que está lendo, e crio estórias. Como ela vive? Quais serão seus sonhos? Esta estória é para mim mesma, são elementos importantes para que eu comece a compreender o sistema no qual esta pessoa quer se inserir ou já está inserida e isso se dá através dos códigos, que sem querer ela mostra.

Mas este dia-dia não é fixo. Existem dias de visitar museus, feiras de bairro, lojas chics e aquelas de periferia, frequentar bares da moda e outros nem tanto, ficar caminhando por aí, mas com rumo. Conversar com pessoas, fazer amigos, criar relações. Ontem mesmo fui na Trienalle (museu de design) e na saída quando estava colhendo castanhas no jardim encontrei um senhor idoso vestido á moda Ralph Lauren e falando com ele vi que era um mendigo. Mas não parecia. O que isso quer dizer? Como se encaixa na realidade atual? São estes sinais de rua muitas vezes considerados ‘bobos’, que dão muitas vezes starts para desenvolvimentos de coleções ou produtos para nossos clientes.

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Fonte: TEA TRENDS, dirigida por Domenico Fucigna

- 2Day – Aliás, quais são as qualificações que um trend hunter deva ter?

Fabiana – O trendhunter não é um ET criativo, um outsider que parece ter saído do último editorial de moda da revista Dazed and Confused. É uma pessoa normal com um bom background profissional, ótima visão analítica, interessante estória de vida, boa base acadêmica sim – esta profissão tem seus códigos e referenciais teóricos – e, fundamental: não tem preconceitos, é curiosa ao extremo e vive no Mundo. Para nós não existem fronteiras de etnias nem de nacionalidade por exemplo, o trendhunter deve viver no planeta terra, conectado, sem confins…Porque o que ele busca são comportamentos de consumo.

Para ser um trendhunter, além das características acima, recomendo uma boa bagagem acadêmica. Tracei que eu queria ser uma pesquisadora e analista de tendências há  dez anos atrás quando ainda trabalhava no Brasil e a minha diretora de marketing á época comentou que uma fornecedora havia um designer que girava o mundo fazendo fotos, recolhendo materiais e que na volta, desenvolvia os produtos de acordo com esta pesquisa. Decidi que eu queria ser este profissional. Tracei uma meta, li os livros que tinha que ler, frequentei os cursos certos, ouvi os professores justos e a cumpri. Um curso fundamentalna minha formação, além do master aqui foi o Procedência e Propriedade com o Charles Watson, no ateliê dele do Rio de Janeiro, onde você muda – ou descobre – a sua vida criativa para sempre. Ele foi um divisor de águas, tanto profissional como pessoalmente. Cito também o contato como aluna com meu mestre Domenico de Masi, com o qual compreendi o valor de desenvolver a criatividade pessoal para uma melhor adaptação a um estilo de vida ‘cidadã do mundo’.

No vídeo abaixo, você confere as 20 maiores tendências de 2010, pelo site Trend Hunter:

- 2Day – Hoje se fala muito em tendências. Mas na tua visão de profissional o que define realmente uma tendência? E qual a maior dificuldade em detectar influências hoje?

Fabiana – Hoje, no mundo das tribos, para falar em tendências você tem que filtrar por assunto. Existe a macrotendência social, a política, a religiosa. Elas vão gerar as microtendências nos setores da vida das pessoas como arquitetura, moda, design, etc.

A maior dificuldade as empresas para detectar a tendência é  justamente definir para onde olhar.  Você  é uma fabrica de móveis? Não basta vir a Milão uma semana em Abril, olhar só a Fiera Rho e voltar para o Brasil e dizer: isso é tendência. Isso é cópia que você  fez do fabricante que estudou este produto com no mínimo dois anos antes de você. Não seria melhor que as empresas do Brasil fizessem pesquisas de forma concomitante? Só  assim elas deixariam de ser followers e se tornariam trendsetters.

Para você  ter uma idéia, o nosso bureau antecipa com 24 meses as tendências para a Europa. Ou seja, nós damos aos clientes aqui, com dois anos de antecedência o que o mercado brasileiro do design, por exemplo, vai copiar daqui a 3 anos. Mas fazemos isso porque somos capazes de olhar o mundo de forma transversal. Olhamos a arte, a jardinagem, as peles…e aí chegamos no design. Para criar design não basta olhar para o design. Entende? Tem que ser multidisciplinar e transversal.

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Fonte: TEA TRENDS, dirigida por Domenico Fucigna

- 2Day – A internet está cheio de blogs anunciando tendências, como fazer este filtro? A Internet é o primeiro passo para a realização de uma pesquisa de tendências?

Fabiana – Como dizia meu professor Giovanni Lanzone (Domus Academy) ‘a internet é uma commodity’. Concordo com ele e explico porque: a internet é uma ótima ferramenta de pesquisa sim, mas, não venha me dizer que ela mostra a totalidade da verdade. Ela mostra o que ela – o site – quer e objetiva vender ou divulgar. Nada substitui a experiência de ver uma pessoa se movimentando, a forma com que ela se comunica com o produto que está adquirindo ou em vias de, de experienciar uma roupa na vitrine tendo seu material analisado pelas mãos de um designer que conhece exatamente o processo fabril daquele produto e qual é o seu diferencial, porque ele custa aquilo – porque tem marca ou tem material? E qual é? Esta informação tem muito mais valor. E este é o nosso trabalho, no centro da moda e do design, o que torna esta informação muito mais precisa. Temos mãos, ouvidos e sentidos em todas as capitais do mundo e isso é um material de pesquisa muito maior, porque analisamos a informação, a transformamos em projeto, em produto, coisa que a internet ainda não é capaz de fazer. Ainda!

- 2Day – Em que momento as pesquisas de mercado se encontram com o teu trabalho?

Fabiana – Conhecer o mercado é a função da pesquisa e então ela é fundamental no nosso trabalho. Como exemplo, muitas vezes a tendência eurocêntrica pode não ser compreendida num país islâmico, ou mesmo num país como o Brasil. E então compreender como é este mercado, qual é seu código cultural, por exemplo, faz-se necessário para que uma tendência possa ser percebida ou não.

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Fonte: TEA TRENDS, dirigida por Domenico Fucigna

- 2Day – Quais são as demandas hoje das empresas em relação ao teu trabalho? Digo, o que elas costumam solicitar para você?

Fabiana – O objetivo da empresa sempre é o lucro – hoje preferencialmente se for de forma sustentável – que hoje só acontece se você oferecer ao mercado algo diferenciado, distanciando-se de seu concorrente, certo? Então, quando as empresas nos procuram ela pedem: identifiquem o que o nosso mercado deseja, mas que ele ainda não sabe e nos apresentem já em produto, não em idéias. É um trabalho previsional baseado em análise, conhecimento profundo do mercado, da estória e evolução das marcas, permeado com inputs dos atuais e futuros consumidores.

- 2Day – Nos conte um pouco da tua demanda e das tuas descobertas no projeto que você participou, em parceria com a 2Day, no bairro Azenha, em Porto Alegre.

Fabiana – Este projeto foi sensacional, de verdade. Foi a primeira vez que trabalhei com um antropólogo brasileiro e com uma equipe do calibre da 2Day, numa cidade que amo, num bairro que sempre nos distanciamos por termos ‘preconceitos’: a Azenha. Descobrimos uma outra Azenha dentro dela, com pessoas sensíveis, como em uma comunidade do interior, foi como estar em casa. O trabalho de identificação das características do sistema deste bairro, de seu mood, certamente será  conduzido da melhor maneira pela Rotta Ely, que foi visionária ao contratar uma trendhunter e um antropólogo para isso. Eles estão de parabéns, até porque, para teres uma idéia, este tipo de solicitação de consultoria (ramo construtora) aqui na Europa não existe…!!!

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Fonte: TEA TRENDS, dirigida por Domenico Fucigna

- 2Day – E quais os teus planos para o futuro?

Fabiana – Quero continuar me especializando na área e logo mais voltar ao Brasil para levar toda esta nossa expertise e conhecimento. Levar a cultura da pesquisa e análise de tendências da forma séria e honesta como a que fazemos aqui. O Brasil é fantástico, o empresariado é muito capaz e estamos no nosso melhor momento em décadas. É hora de criarmos as nossas tendências. Chega de cópia!!!

- 2 Day – Deixe nossos internautas com algumas referências tuas: dicas de livros,CDs, filme e até vídeo preferido no Youtube.

Fabiana - Nosso bureau tem dois livros publicados aqui na Itália que eu recomendo como leitura para iniciar a compreensão do que são tendências:

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1.Cenário Tendências Estéticas e Culturais 2010.2011.

Editora Tea Trends Italia

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2.TV NEXT Entertainment. Sobre as Tendências para a TV e Mídias em geral para os próximos anos.

Editora RAI Italia

3.TV NEXT Entertainment. Filme que fizemos sobre as Tendências para a TV e Mídias em geral para os próximos anos. http://www.tealibrary.it/RAI/

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out
2010

Pesquisa revela que bom salário é a principal razão para se manter em empresa

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Postado por Patricia Postado em Novidades

Uma pesquisa global realizada pela Monster revelou que um bom salário e benefícios lideram a lista das razões para se manter em uma empresa, mas que fatores “não palpáveis” não ficam muito atrás.

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A pesquisa perguntou a mais de 40 mil profissionaisqual fator faria você ser mais leal ao seu empregador?” e o item que recebeu mais respostas foi “bom pagamento e benefícios”, com 27% do total.

Porém, logo na sequência, com 21% das respostas, estava um bom chefe e colegas de trabalho. “Os resultados mostram que os empregadores precisam focar na experiência no trabalho, em vez de apenas na remuneração, para direcionar a lealdade dos empregados” , afirmou o diretor sênior do Monster, Jeffrey Quinn.

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Confira, abaixo, as respostas dadas na pesquisa:

* Bom salário e benefícios: 27%
* Bom chefe e colegas de trabalho: 21%
* Ser reconhecido pelo que faz: 21%
* Ter um trabalho desafiador e interessante: 20%
* Oportunidades de crescimento: 11%

(via)

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jun
2010

Pesquisa aponta que maioria dos brasileiros quer Argentina na final da Copa do Mundo 2010

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Postado por Patricia Postado em Mercado, Notícias, Novidades, Pesquisas

Por essa, ninguém esperava. Acredito que nem mesmo os próprios “hermanos“.

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Uma pesquisa inédita, realizada pela EcGlobal, revelou informações bem interessantes (e por que não intrigantes) sobre a torcida brasileira na Copa do Mundo 2010. O mais “bizarro” é saber que a maioria dos torcedores brasileiros quer a nossa eterna rival Argentina na final da Copa, junto com o Brasil, é claro.

Além de sabermos como anda a confiança de nossa torcida, podemos perceber claramente que as pessoas se envolvem de forma diferenciada no evento.

Para alguns é o momento de evocar o patriotismo. Já para outros, o momento é de divertimento e descontração com os amigos. De qualquer forma, a maioria de nós está confiante, torcendo para uma final entre Brasil e Argentina e, é claro, para ganharmos deles!

Confira abaixo mais alguns dados da pesquisa:

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A pesquisa completa você confere neste link.

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